Este Blog é destinado a compilar ideias, pensamentos e notícias que ajudem a se saber mais a respeito da Marinha do Brasil, por iniciativa da Sociedade Amigos da Marinha, no Amapá. A Soamar-AP é composta por personalidades agraciadas com a Medalha "Amigo da Marinha", além do corpo de oficiais da ativa, da reserva e de seus sócios Beneméritos e Honorários.

Segurança da Navegação

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

SOCIEDADE | Ex comandante da Capitania dos Portos celebra formatura da filha no CMRJ

O capitão Carlos Neves com esposa e filha no Colégio Militar do Rio de Janeiro | Foto: Arquivo pessoal
Hoje a nossa menina recebeu a graduação de Major aluna do CMRJ. Parabéns Andressa pelo seu desempenho. Vc é merecedora dessa graduação. Continue assim. Estudiosa, dedicada, responsável pelos seus compromissos. Vc vai longe menina. Mamãe e papai estão orgulhosos de ver vc crescendo com bastante garra.


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

SOCIEDADE | Marinha do Brasil leva música e solidariedade aos 260 anos de Macapá


Reportagem especial sobre a contribuição da Marinha do Brasil à programação de aniversário dos 260 anos de Macapá. Cobertura do Blog do Cleber Barbosa (www.cleberbarbosa.net), com o apoio da SOAMAR-AP (Sociedade dos Amigos da Marinha).

sábado, 3 de fevereiro de 2018

DEFESA | Solenidade em Santana marca a troca de comando da Capitania dos Portos

Almirante Edervaldo Teixeira (ao centro), com os comandantes Cezar e Oliveira Caldas | Fotos: Secom/GEA
Coube ao almirante Edervaldo Teixeira de Abreu Filho, comandante do 4º Distrito Naval, realizar a troca de comando da Capitania dos Portos do Amapá, nesta sexta-feira (02), em Santana (AP). O governador do estado, Waldez Góes, além de diversas autoridades, participaram da concorrida cerimônia. Quem passou o bastão da organização militar foi o capitão-de-fragata Aderson de Oliveira Caldas, que está sendo substituído pelo também capitão-de-fragata Fernando Cezar da Silva, que já havia servido no Amapá.
Oliveira Caldas fez um breve balanço de suas atividades à frente da Capitania dos Portos, que apresentou números altamente favoráveis, tanto na fiscalização da navegação, na formação e capacitação de tripulantes, como na captação de recursos federais por meio de emendas parlamentares, para dar vazão aos projetos, operações e ações cívico-sociais da Marinha no Amapá.

Parcerias
Durante o evento, o governador Waldez ratificou o desejo de estreitar ainda mais o relacionamento institucional com a Marinha. Ele exemplificou iniciativas nas áreas da educação e da navegação no Rio Amazonas. Foi o caso do mapeamento da rota de transporte escolar nos rios, desenvolvido pelo governo em parceria com a Marinha e Exército Brasileiro.
Um trabalho que assegura os direitos dos estudantes, possibilita melhor gerenciamento do transporte escolar e ainda reduz custos para o Estado. “Mais de 50% dos transportes escolares do Amapá são ribeirinhos. Portanto, é de extrema importância reconhecer e valorizar o trabalho da Marinha no sentido de regular, fiscalizar, prezar pela segurança dos nossos estudantes, ribeirinhos e todos os que trafegam pelos rios do nosso Amapá”, frisou Waldez Góes.
Outra importante parceria mencionada, por ele, é a atualização das Cartas Náuticas do Amapá – documentos cartográficos -, para que seja possível a entrada e saída de embarcações com maior capacidade de carga pelo Porto de Santana, gerando desenvolvimento local e regional. “Com estudos altamente precisos, coordenados pela capitania, será possível, por exemplo, viabilizar a navegabilidade em lama, em determinados momentos e aumentar pelo menos um metro e meio de calado em navegabilidade, em função do aumento da tábua de maré”, explicou Góes, pontuando que, como consequência, haverá o aumento na exportação de mercadorias e barateamento dos custos das operações.

Resultados
O capitão Aderson de Oliveira Caldas, que deixou o posto de comandante da Capitania dos Portos e agora segue para o Rio de Janeiro, mencionou que a afinidade entre o órgão e os entes públicos municipais, estaduais e federais, contribuíram para que a instituição alcançasse o posto de 5ª melhor corporação da Marinha, em produtividade e satisfação do público atendido em 2017.
Ele também mencionou a atuação conjunta em eventos importantes, nos dois anos em que esteve no comando, como o Círio de Nazaré, em que não foram registrados acidentes graves fora do cais. “Desejo sorte e sabedoria ao novo comandante, que tenho certeza que fará um excelente trabalho, salvaguardando vidas nos rios do nosso Amapá, garantindo a segurança na trafegabilidade e dando continuidade às parcerias com os atores públicos em benefício da população”, considerou Caldas.
O novo comandante, capitão Fernando Cezar da Silva, ressaltou que dará continuidade às parcerias com o Estado e aos projetos da capitania em andamento. “Vamos prosseguir com as fiscalizações, as parcerias com os órgãos locais e, à medida que for necessário, iremos estudando e implementando novas ções. Como prioridade, já temos a implantação de uma unidade da Marinha do município de Oiapoque, fortalecendo o trabalho social e a atuação naquela região de fronteira”, frisou o comandante.
A Capitania dos Portos do Amapá é subordinada ao 4º Distrito Naval, e atende, além de todos os municípios do Amapá, nove municípios do Estado do Pará. Na solenidade de troca de comando, também estiveram presentes outras autoridades políticas, civis e militares.


sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Mensagem de Ano-Novo do Comandante da Marinha do Brasil, Almirante Leal Ferreira

Vídeo institucional da Marinha do Brasil, com o pronunciamento do Comandante da Marinha do Brasil, Almirante Leal Ferreira, num balanço das atividades desenvolvidas em 2017.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

SEGURANÇA | Capitania no Dia Estadual da Consciência da Segurança da Navegação

Aspecto da solenidade do Dia Estadual da Consciência da Segurança da Navegação | Foto: Seles Nafes
Instituída por iniciativa da Comissão de Direitos Marítimos da OAB/AP no dia 06 de janeiro pela Lei Estadual n 2.252, o Dia Estadual da Consciência da Segurança da Navegação veio somar esforços as ações de fiscalização e de conscientização exercidas pela Capitania dos Portos do Amapá. Que tem assumido pioneiramente inúmeras tarefas e enfrentando os desafios que se apresentam relacionados à segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana no mar e hidrovias e a prevenção da poluição hídrica.

A CPAP participou do evento que tem como centro dos debates a conscientização e adoção da cultura da segurança da navegação. O encontro veio para chamar à uma maior participação o Poder Público e a População do Estado do Amapá, em somarem esforços para garantir o interesse público em prevenir acidentes e garantir um tráfego aquaviário justo.

Ao longo dos anos a CPAP, empreendeu ações visando atender as demandas relacionadas a seus Pilares (Segurança da Navegação, a Salvaguarda da Vida Humana no Mar e Hidrovias e a Prevenção da Poluição Hídrica), dentre as quais, a campanha denominada OPERAÇÃO VERÃO, realizada pela Marinha do Brasil voltada para intensificar as ações de fiscalização do tráfego aquaviário nas embarcações de passageiros, esporte recreio e de turismo náutico, por ocasião de férias e feriados prolongados, além de ações de conscientização do tema de Segurança da Navegação e prevenção de acidentes.

A Segurança da Navegação e uma responsabilidades de todos e a Capitania dos Portos do Amapá faz-se imprescindível à garantia da segurança aquaviária e na consolidação de uma cultura de prevenção de acidentes hidroviários na região do extremo norte do país.

SOCIAL | Capitania dos Portos faz a outorga de novos "Amigos da Marinha" no Amapá

As autoridades e os agraciados com a Medalha de Amigo da Marinha | Fotos: CPAP
A Capitania dos Portos do Amapá (CPAP) realizou a cerimônia tradicional formatura de Imposição de Medalhas de Amigo da Marinha.

A Sociedade Amigos da Marinha (SOAMAR) foi fundada em julho de 1979 e é uma instituição sem fins lucrativos composta por civis e militares de forças amigas que tem por objetivo, colaborar e divulgar as ações da Marinha do Brasil. Na cerimônia, personalidades e instituições foram agraciadas por terem se distinguido no relacionamento com a Marinha do Brasil no estado do Amapá, bem como na contribuição de divulgar a mentalidade marítima.

Os homenageados com a Medalha Amigo da Marinha foram: a Exma Srª Sueli Pereira Pini, Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Amapá, o Exmo. Sr. Roberto da Silva Alvares, Procurador-Geral de Justiça do Ministério Público do Amapá, o Exmo Sr. Raimundo Soares de Freitas, Superintendente Regional da Polícia Federal no Amapá, o Exmo Sr. Rogério Bueno da Costa Funfas, Juiz de Direito do Tribunal de Justiça do Amapá, o Exmo Sr. André Luiz Dias Araújo, Promotor de Justiça no Ministério Público do Estado do Amapá e as instituições: 34º Batalhão de Infantaria de Selva/Comando da Fronteira Amapá/Batalhão Veiga Cabral e a Guarda Civil Municipal de Macapá, representados na cerimônia por seus Comandantes, respectivamente o Tenente Coronel de Infantaria Robson Monteiro Mattos e o Tenente Coronel Ubiranildo da Silva Macedo.

O evento foi presidido pelo Capitão dos Portos do Amapá, Capitão de Fragata Aderson de Oliveira Caldas, e contou com a presença do Presidente da Sociedade Amigos da Marinha (SOAMAR) do Amapá, Sr. Glauco Mauro Cei.

Acompanha mais registros fotográficos do evento










quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Incêndio em embarcação no cais de Santana será investigado diz Capitania dos Portos

A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 4º Distrito Naval,  informa que a Capitania dos Portos do Amapá tomou conhecimento, por volta de 16h30 desta terça-feira (09), de uma explosão ocorrida na embarcação “RIO JORDÃO IV”, que encontrava-se atracada nas proximidades do porto do Açai, com nove tripulantes.
No acidente, segundo informações obtidas através do Corpo de Bombeiros do Estado do Amapá, sete pessoas ficaram feridas, tendo sido socorridas e encaminhadas para o Hospital de Emergência de Santana. Duas delas, em virtude da gravidade dos ferimentos, foram transferidas para o Hospital de Emergência de Macapá. Ainda encontram-se desaparecidas duas pessoas que estavam, também, na embarcação acidentada.
Uma equipe de Inspeção Naval da Capitania esteve no local e verificou que a embarcação foi completamente destruída em decorrência do sinistro. Momentos antes do acidente ela encontrava-se realizando uma operação de abastecimento.
A Capitania dos Portos do Amapá está auxiliando nas buscas aos desaparecidos e um inquérito foi instaurado para apurar as causas, circunstâncias e responsabilidades.

Capitania dos Portos divulga balanço anual das ações de Fiscalização e Inspeção Navais

A Capitania dos Portos do Amapá (CPAP), subordinada ao Comando do 4º Distrito Naval, no ano de 2017, atuou em diversos municípios dos Estados do Amapá e do Pará, pertencentes à sua Área de Jurisdição, onde foram realizadas ações de Fiscalização do Tráfego Aquaviário e Inspeção Naval, tendo sido fiscalizadas 4196 embarcações, e destas, 514 foram notificadas e outras 128 apreendidas.
Cabe ressaltar que as principais irregularidades constatadas pela CPAP, em desacordo com a Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário foram: embarcações não inscritas junto à Autoridade Marítima ou com certificados vencidos; ausência de tripulantes habilitados; falta de material de salvatagem ou material vencido e em mau estado de conservação.
As Fiscalizações e as inspeções navais foram sempre acompanhadas de ações de conscientização e divulgação das Normas da Autoridade Marítima aplicáveis a cada classe de embarcação inspecionada.
Durante todo o ano de 2017, foram empreendidas também ações de Combate ao Escalpelamento, Regularização de Embarcações, Realização de palestras sobre segurança da navegação e Cursos do Ensino Profissional Marítimo (EPM), onde a CPAP formou 447 novos profissionais Aquaviário, tornando-os aptos a desempenhar suas atividades profissionais de acordo com as Normas da Autoridade Marítima.
A CPAP realizou, ainda, a doação de 232 coletes salva-vidas às famílias de ribeirinhos que se deslocam diariamente pelos rios, furos e igarapés dos Estados do Amapá e Pará, além da instalação de 40 coberturas de eixos em prevenção ao escalpelamento e a aplicação de 100 testes de alcoolemia em condutores de embarcações, incrementando a segurança da navegação nessas localidades.

sábado, 23 de dezembro de 2017

SOCIEDADE | Comandante do 4º DN celebra aniversário de seus 60 anos, em Belém-PA

Almirante Edervaldo com a família, durante recepção por seu aniversário em Belém.
Por Alyrio Sabba
Portal da Navegação

Ostentando a camisa do seu clube predileto de Belém, a Tuna Luso Brasileira, o vice-almirante Edervaldo – Comandante do 4º DN – recentemente comemorou em grande estilo os seus "Sessentão", lotando de amigos o Salão Social do ARES na Vila Naval, com uma feijoada de longo curso tipicamente carioca, caipirinha, chopp e o escocês correndo solto e generoso, como dizem os colunistas sociais. Animação tomou conta a tarde toda, embalada com aquele samba carioca muito especial.
O aniversariante e a sua bela esposa Luene e filhos, receberam, todos seus convidados com aquela gentileza que é peculiar da família de Edervaldo. Alguns flashes do importante acontecimento, feitos por Luiz Celso, especialmente para a coluna.

Confira mais registros fotográficos do aniversário de Edervaldo Teixeira













sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

SEGURANÇA | Batizada como "Operação Verão" começa fiscalização das férias 2017/2018

A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos do Amapá (CPAP) está lançando hoje uma grande operação de segurança da navegação para a temporada das férias. Em comunicado, a Capitania dos Portos do Amapá informa que inicia a chamada Operação Verão 2017/2018. Com o conceito “Segurança da Navegação: quem valoriza a vida, respeita”.

A campanha será realizada nas localidades de maior concentração de embarcações da Área de Jurisdição da CPAP, sobretudo as embarcações de transporte de passageiros, esporte e recreio e turismo náutico.

Na Operação, as embarcações serão vistoriadas por equipes de Inspetores Navais, ocasião em que são verificadas as condições de segurança, o material de salvatagem, o acesso aos coletes salva-vidas por parte dos passageiros, o excesso de lotação de passageiros e de carga, estivação, peação do material de bordo e a habilitação dos condutores de embarcações.

Além disso, serão realizados testes de alcoolemia com uso de etilômetros. Especial atenção será dada à prevenção de acidentes com embarcações que transportem passageiros. Ainda, durante o período da Operação Verão 2017/2018, será realizada a campanha “Travessia Segura”, entre os dias 15 e 31 de janeiro, visando incrementar as ações de fiscalização nas embarcações de transporte de passageiros, que tem seu fluxo intensificado durante o período de férias nas orlas e balneários.

Acompanhe, a seguir, vídeo institucional sobre a Operação Verão 2017/2018.
“Segurança da Navegação: quem valoriza a vida, respeita”

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

SOAMAR | Marinha confirma inédita apresentação da Banda dos Fuzileiros Navais em Macapá

Presidente da SOAMAP, Glauco Cei, com Sra Ecilene, Juliane Pereira, Cap Oliveira Caldas e SO Jurandir
Cleber Barbosa
Da Redação

O presidente da Soamar-AP (Sociedade dos Amigos da Marinha), empresário Glauco Cei, confirma para o dia 04 de fevereiro de 2018 – dia do aniversário de Macapá – uma presença especial na festa, uma inédita apresentação da Banda de Música dos Fuzileiros Navais do 4º Distrito Naval, de Belém (PA). "Será a primeira vez que ouviremos gaita de foles em uma celebração em nosso estado", celebra o dirigente da Soamar.
Ele esteve reunido com autoridades locais, como a presidente da Macapatur (Fundação de Turismo de Macapá), Juliane Pereira, Sra Ecilene, representante do Serviço Nacional do Comércio (Senac) e com o Mestre da Banda de Música dos Fuzileiros Navais, o Suboficial Jurandir, além do comandante da Capitania dos Portos do Amapá, o capitão-de-fragata Oliveira Caldas.
Com o fechamento da data e da programação da apresentação, Glauco Cei diz que trabalhará agora nos ajustes finais. "Já estamos reservando o local, de acordo com as solicitações do Mestre da Banda, mas de antemão podemos dizer que será uma apresentação de gala, para ficar na história da cidade", diz o presidente da Soamar-AP.

Histórico
A Banda de Música do 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas, sediada em Belém-PA, existe há 85 anos e é composta por 25 militares, entre Suboficiais, Sargentos, Cabos e Soldados do Corpo de Fuzileiros Navais. Com um repertório eclético, que engloba músicas de diversos gêneros, variando do popular ao erudito, a banda do 2º BatOpRib costuma encantar a todos que assistem as suas apresentações. "Que os amapaenses fiquem tranquilos: apesar de um pouco menor – serão 35 a 40 musicos – , a banda do 2oBatOpRib é excelente!", completa o Capitão dos Portos.



 

DEFESA | Navio da Marinha "Amapá" ganha prêmio de qualidade de gestão em Manaus

A tripulação do Navio Patrulha Amapá e o troféu recebido em Manaus
Cleber Barbosa
Da Redação

O Navio Patrulha Fluvial Amapá, lotado no 9º Comando Naval, sediado em Manaus (AM), acaba de receber uma premiação pela inovação de gestão implementada naquela Organização Militar. A informação foi repassada ao Blog pelo capitão de corveta Luiz Carlos Calvo dos Santos Junior, que implementou as principais inovações no navio, inclusive a última reforma. O atual comandante do navio, Cmt Maurício Câmara Teixeira, fez questão de convidar o antecessor para a cerimônia de premiação.

A distinção, na modalidade "Processo", foi concedida pela Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) por meio do Departamento de Assistência à Média e pequena Indústria (DAMPI) e o Programa Qualidade Amazonas (PQA). Evento ocorre no Diamond Convention Center, na Avenida do Turismo, bairro Tarumã, Zona Oeste, chamado Qualishow 2017, com a entrega de troféus às organizações vencedoras do Prêmio Qualidade Amazonas (PQA 2017).
Luiz Carlos Calvo falou à reportagem neste domingo, ainda muito eufórico com o feito alcançado. "Se você for ver a relação dos finalistas, identifica grandes corporações, empresas multinacionais no Pólo Industrial de Manaus, o que só aumenta a importância dessa premiação", diz o militar. Ele também destaca o decisivo apoio de seu sucessor, o capitão-de-corveta Câmara, por ter dado continuidade aos projetos que ele iniciou no navio.
O Navio Patrulha Fluvial Amapá

Histórico 
O NPaFlu Amapá (P-32) é uma embarcação da Marinha do Brasil, da Classe Roraima, que exerce a função de navio-patrulha fluvial. Construído pelo estaleiro MacLaren Estaleiros e Serviços Marítimos, em Niterói, foi lançado ao mar em 10 de março de 1974 e incorporado à Armada em 12 de janeiro de 1976, operando desde então nas águas da bacia fluvial amazônica. 

Origem do nome 
O nome do navio é uma homenagem ao estado brasileiro do Amapá. Amapá é uma árvore amazônica, que pertence a família das apocináceas (Hancórnia Amapá). Este é o terceiro navio da Marinha brasileira a ostentar este nome. Os outros foram: Canhoneira Fluvial Amapá (1904) e Canhoneira Amapá (1912). Missão Esta subordinado ao 9º Distrito Naval e da Flotilha do Amazonas (FlotAM), operando a partir de Manaus (AM). O "Patrulheiro da Amazônia" navega sob o lema "Patrulhar, Proteger e Integrar". 

Características 

•Deslocamento: 340 ton (padrão), 365 ton (carregado). 
•Dimensões: 46.3 m de comprimento, 8,45 m de boca e 1,37 m de calado. 
•Propulsão: ◦2 motores diesel VOLVO PENTA de 6 cilindros V 616/18TL gerando 1.825 bhp. 
•Velocidade: 17.5 nós (máxima). 
•Raio de Ação: 6.000 milhas náuticas à 11 nós, autonomia de 30 dias. •Armamento: - 1 canhão Bofors L/70 de 40 mm; - 4 metralhadoras .50 pol. (12.7 mm) reparos singelos; - 2 morteiros de 81 mm ; - 2 metralhadoras.50; - 2 metralhadoras Oerlikon de 20 mm. 
•2 LAR - Lanchas de Ação Rápida •Tripulação: 48 homens (5 oficiais). 
•Outras instalações: - consultório médico; - consultório dentário; - enfermaria.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Waldez recorre à Marinha para novo estudo náutico de navegação na Foz do Amazonas

O governador do Amapá, Waldez Góes (PDT-AP), procurou a Marinha do Brasil esta semana para tratar de um novo estudo de levantamento náutico, para levantar novas possibilidades de navegabilidade da Barra Norte do Rio Amazonas. É que com as novas tecnologias, os navios cargueiros aumentaram muito de tamanho, com os operadores de cargas e os armadores mundiais não tendo informações a respeito das possibilidades dos gigantes do mar, chamados ‘capasize’, adentrarem o Cabo Norte onde existe uma barreira de pedras chamada Barra Norte do Rio Amazonas.
O governador disse que hoje o Cabo Norte é um limitador para o incremento do que ele chama de navegação de cabotagem, uma vocação do Amapá para ser um grande entreposto de cargas para a Amazônia, escoando os produtos importados em navios menores ou até em barcaças, reduzindo inclusive o tráfego no Amazonas. “As informações de que dispomos são com base em um estudo da década de 1950, feito pela própria Marinha do Brasil, portanto são quase 70 anos que essas cartas náuticas foram estabelecidas”, disse Góes.
Esses estudos tiveram investimentos, à época, da mineradora Icomi S.A. quando do início do projeto de exploração de minério de manganês. Foi uma verdadeira revolução para a navegação mercantil à época. Naquele tempo, os maiores navios do mundo eram os chamados 'Panamax' que singelamente poderia se dizer que eram aqueles que podiam passar pelo Canal do Panamá.

Rota mundial
Mas o governador do Amapá disse ter recebido informações sobre pré-estudos dando conta da passagem de navios por calados de 12 a 13 metros de profundidade. “Você não faz ideia do quanto representa na economia a partir do incremento na logística de transporte o que isso representa, por agregar no valor do seu produto a gente aumentar em um ou dois metros o calado de navegação no Canal Norte do Amazonas”, argumenta o mandatário amapaense.
Waldez diz que além da Marinha, está buscando apoio do Governo Federal e até da iniciativa privada para viabilizar esse novo estudo. “Se a iniciativa privada não entrar o Estado do Amapá vai pagar, pois é um investimento significativo, um estudo tanto de calado de maré quanto de navegabilidade em lama, pois é sim possível navegar dependendo da constituição da lama em meio metro a um metro de lama, para num futuro não muito distante ser mais referência ainda para o Brasil inteiro e para o mundo como entreposto”, disse Góes.

Diferentes tamanhos de navios
Existem diferentes nomenclaturas de navios e as capacidades de cada um destes tipos. Os navios de carga seca (ou carga geral, ao contrário dos navios graneleiros ou petroleiros), são assim classificados:

Handysize: os menores navios de carga, carregam até 40 mil toneladas. São pequenos e muito flexíveis, podendo entrar em praticamente qualquer porto. Normalmente têm um guindaste próprio, o que facilita seu uso em portos muito pequenos, mesmo aqueles sem guindastes. Os mais comuns são de 32 mil toneladas com calado de 10 metros (parte submersa).

Seawaymax: uma subcategoria dos handysize, indica o tamanho máximo do navio que pode entrar no Canal do rio São Lourenço (Canadá), que dá acesso aos Grandes Lagos norte-americanos. Os navios Seawaymax tem 225,6 m de comprimento, 23,8 m de largura e um calado de 7,92 m . Existem vários navios maiores que estas dimensões que fazem apenas travessias dos Grandes Lagos, sem terem acesso ao Oceano Atlântico.

Handymax (ou Supramax): também considerado uma subcategoria dos handysize, o handymax tem normalmente entre 150 e 200 m de comprimento, tem em média 4 guindastes próprios e carregam no máximo 50 mil toneladas.

Panamax: o nome deriva do Canal do Panamá, e indica o tamanho máximo do navio que consegue entrar nas eclusas e cruzar o lago do Panamá. O tamanho máximo é ditado pela capacidade das eclusas: 289 m de comprimento, 32,3 m de largura e 12 m de profundidade. Navios que excedam estas dimensões são chamados de Pós-Panamax.

Suezmax: mais um nome que deriva de um canal, desta vez o Canal de Suez (que liga o Mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho). Como o Canal de Suez não tem eclusas, os limites são apenas pelo calado dos navios. Estes são limitados a 16,1 m.

Capesize: são os maiores navios de carga geral na atualidade. Estes navios não passam nem pelo Canal de Suez nem pelo Canal do Panamá, e precisam contornar os continentes pelo sul (o Cabo Horn (Cape Horn) para passar pelo sul da América do Sul ou o Cabo da Boa Esperança (Cape of Good Hope) para passar pelo sul da África, de onde deriva o nome Capesize) . Conseguem carregar até 220 mil toneladas de carga, sendo que usualmente levam em torno de 150 mil toneladas.

sábado, 16 de setembro de 2017

DEFESA | Capitania dos Portos realiza operação no Rio Jari e apreende embarcação

A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos do Amapá (CPAP) confirmou agora há pouco que o Navio Patrulha Guarujá, que se encontrava realizando uma operação de Patrulha Naval no Rio Jari, apreendeu a embarcação "LUAR", na última quinta-feira (15), a 30 milhas náuticas (cerca de 60 Km) de Vitória do Jari.
A embarcação navegava de São Sebastião para Vitória do Jari com 4 tripulantes, todos sem habilitação para conduzir barcos deste tipo, e um passageiro. A embarcação "LUAR", apesar de estar inscrita na Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR), estava com toda sua documentação vencida e transportava uma carga de aproximadamente 45.000 tijolos, carga esta sem a devida comprovação de origem.
Por infringir a Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário, a embarcação foi apreendida e conduzida à CPAP, que aplicará as sanções administrativas referentes às infrações cometidas e apresentará à Secretaria de Estado de Fazenda, para verificação da carga transportada.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Capitania dos Portos do Amapá divulga resultados da Operação “Férias Seguras 2017”

A Capitania dos Portos do Amapá (CPAP), durante o mês de julho de 2017, realizou a Operação “Férias Seguras”, na qual intensificou as fiscalizações nas orlas, balneários e terminais hidroviários de passageiros localizados nos municípios de Macapá/AP e Santana/AP, visando minimizar a possibilidade de ocorrência de acidentes.
Durante toda Operação, foram empreendidas ações de Fiscalização do Tráfego Aquaviário (FTA) e Inspeção Naval (IN), sendo um total de 651 embarcações inspecionadas e, destas, 60 foram notificadas e outras 09 apreendidas. Além disso, 60 testes de alcoolemia (“bafômetros”) foram realizados em condutores de embarcações, não sendo constatado nenhum resultado positivo para o consumo de bebidas alcóolicas.
As principais irregularidades constatadas pela Capitania foram: ausência de documentação das embarcações ou certificados vencidos; ausência de tripulantes habilitados; falta de material de salvatagem ou material vencido ou em mal estado de conservação; e tripulação com uniforme em desacordo com as Normas da Autoridade Marítima. A CPAP realizou, ainda, a doação de 46 coletes salva-vidas às famílias de ribeirinhos que se deslocam diariamente pelos rios, furos e igarapés do Estado do Amapá, a fim de incrementar a segurança da navegação.

A seguir, a íntegra da Nota da Capitania dos Portos do Amapá.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

SUBSTITUIÇÃO | Cerimônia marca a troca de comando do 4º Distrito Naval, em Belém.

Na manhã desta quarta-feira, 26, o vice-governador Zequinha Marinho participou da cerimônia de passagem do cargo de comandante do 4º Distrito Naval do vice-almirante Alípio Jorge Rodrigues da Silva para o vice-almirante Edervaldo Teixeira de Abreu Filho. O evento foi realizado no Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar (Ciaba), e foi presidido pelo Comandante de Operações Navais, Almirante de Esquadra Sergio Roberto Fernandes dos Santos.
O vice-almirante Alípio Jorge assumiu o comando do 4º Distrito Naval em 2015. A partir de agosto irá desenvolver as funções de Comandante-em-Chefe da Esquadra, no Rio de Janeiro. O novo vice-almirante, Edervaldo Teixeira de Abreu Filho, é natural do Rio de Janeiro e era vice-chefe do Estado Maior da Armada no Distrito Federal.
O 4° Distrito Naval é um dos nove que compõem a Marinha do Brasil, tendo como jurisdição os estados do Pará, Amapá, Maranhão e Piauí. Entre suas principais atividades estão a de executar e apoiar operações navais, aeronavais, de fuzileiros navais e terrestres de caráter naval, em sua área de competência, assim como tarefas relacionadas à segurança da navegação. A instituição também promove ações sociais e de saúde para a população ribeirinha.

Presidente da Soamar-AP leva apreço do estado ao ex comandante Alípio Jorge

O Amapá esteve representado no evento de troca de comando do 4º Distrito Naval, em Belém, pelo presidente da Sociedade dos Amigos da Marinha, a SOAMAR AMAPÁ, empresário Glauco Cei. Na ocasião, o dirigente da entidade felicitou Alípio Jorge pelos dois anos de dinâmico comando e por sua permanente interlocução e apoio ao Estado do Amapá. 

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Reportagem mostra atuação da Capitania dos Portos na operação Férias Seguras 2017.




DEFESA | Memória aos Mortos da Marinha do Brasil em Guerra



A Política de Defesa Nacional (PND) se fundamenta “na busca da solução pacífica das controvérsias e no fortalecimento da paz e da segurança internacional”, considerando, porém, que o Brasil, para alcançar e manter a plenitude de seus interesses legítimos poderá encontrar antagonismos e enfrentar disputas. Desse modo, a PND inclui em sua orientação estratégica que “a vertente preventiva da Defesa Nacional reside na valorização da ação diplomática como instrumento primeiro de solução de conflitos e em postura estratégica baseada na existência de capacidade militar com credibilidade, apta a gerar efeito dissuasório”.  
A preparação permanentemente para a guerra em um mundo ainda eivado por conflitos é a melhor garantia para a preservação uma paz duradoura que assegure os interesses nacionais. A profissão militar inclui, portanto, a garantia de um estado de paz com os demais estados nacionais que preserve a soberania da Nação e desenvolvimento da sociedade, mesmo que para isso a guerra nos seja imposta, e a perda de vidas inevitável.   
A Marinha do Brasil celebra a Memória dos seus Mortos em Guerra em 21 de julho, data em que afundou por fortuna do mar a Corveta Camaquã em meio a Batalha do Atlântico na Segunda Guerra Mundial. O pequeno navio de guerra originalmente concebido como naviomineiro, o menor dos três navios de guerra perdidos pela Marinha do Brasil naquele conflito, naufragou durante operação de escolta ao comboio JT-18, vitimando 33 homens.  
A Marinha envolveu-se na Segunda Guerra por mais tempo que o próprio País, uma vez que sua participação iniciou-se em outubro de 1941, com o posicionamento da própria Camaquã em patrulha no litoral Nordeste, e só terminou alguns meses após o fim da guerra, depois de assegurado que o Atlântico Sul estava efetivamente livre de submarinos desinformados sobre o término do conflito. Durante este longo e ativo período em operações de guerra pereceram em combate 492 militares da Marinha do Brasil. Somam-se a estes, 982 mortos nos 33 ataques do Eixo a nossa Marinha Mercante, redundando em 1474 mortos e desaparecidos na defesa do tráfego marítimo nacional.  
Contudo, desde o nascimento da Nação brasileira, nossos marinheiros apresentaram-se para defender sua soberania, tanto no limite difuso dos mares, como nos rios que fazem nossas fronteiras. A colônia portuguesa na América tornou-se independente sem a fragmentação política verificada nas ex-colônias espanholas, muito graças à projeção da força do Império brasileiro empreendida pela nossa jovem Marinha de Guerra, garantidora e mantenedora incontestável da autonomia adquirida. Dos conflitos na região do Prata aos levantes regionais, a Marinha esteve presente na defesa do Império, culminando na Guerra da Tríplice Aliança, onde é indelével a lembrança dos heróis que pereceram. Somente na Batalha Naval do Riachuelo, 102 dos nossos marinheiros deram suas vidas para repelir o inimigo.  
Há 100 anos, nossos homens voltaram a ser chamados a lutar pelo Brasil na Primeira Guerra Mundial. Em 1917, reagindo a perda de sete navios mercantes afundados pela campanha submarina irrestrita do Império alemão, decidimos enviar ao Atlântico Norte, a Divisão Naval em Operações de Guerra (DNOG), a fim de juntar-se à frota inglesa que lá operava. O maior inimigo encontrado pela DNOG foi a gripe espanhola, uma praga mundial, que atingiu a força naval brasileira. A epidemia deixou 156 mortos, mas não impediu que, dominada, continuasse a DNOG a atuar no tempo que a guerra ainda durou.
Lembremos, portanto, daqueles que, cumprindo sua obrigação de defender a Pátria, entregaram prematuramente suas vidas.