Este Blog é destinado a compilar ideias, pensamentos e notícias que ajudem a se saber mais a respeito da Marinha do Brasil, por iniciativa da Sociedade Amigos da Marinha, no Amapá. A Soamar-AP é composta por personalidades agraciadas com a Medalha "Amigo da Marinha", além do corpo de oficiais da ativa, da reserva e de seus sócios Beneméritos e Honorários.

Segurança da Navegação

segunda-feira, 10 de março de 2014

PASSEIO PELO MATAPI - River tour para se conhecer o interior

TURISMO / A bordo de um catamarã, é possível ter um fim de semana inesquecível na companhia da família, dos amigos e ver a dança dos botos
Os passeios a bordo do ‘7 Ladies’ conferem muita comodidade aos viajantes e suas famílias, com direito inclusive a fazer todas as refeições a bordo do catamarã, que é um produto genuinamente amapaense

Cleber Barbosa
Diário do Amapá

Para quem faz planos de conhecer o Amapá de uma maneira bem diferente, a dica é fazer um “river tour”, que significa pegar um barco e singrar os rios da região para se conhecer melhor as comunidades, as pessoas e os costumes das comunidades do interior. E dá para fazer isso bem pertinho de Macapá, no vizinho município de Santana. Trata-se do passeio fluvial denominado “Pirarucu & Cia”, idealizado pelo empresário amapaense Raimundo Simeão, 67, o popular Muscula. No final do ano passado, depois que adquiriu o Catamarã 7 Ladies, ele preparou o pacote, que inclui alimentação a bordo e até pernoite em chalés.
Falando ao Diário do Amapá, ele conta que já trabalhava com eventos, a partir da abertura de uma empresa de recepções e eventos, mas que de tanto levar os amigos para conhecer uma propriedade às margens do Rio Matapi, a Chácara Lorena, decidiu organizar os passeios e assim fortalecer o turismo receptivo. “A gente possui lá a criação de peixes em cativeiro, então fizemos os chalés e passamos a vender os pacotes aos turistas, que podem passar o fim de semana num lazer diferente”, sugere.

"Servimos o peixe sempre fresquinho, pois são pegos lá mesmo em nossa propriedade na beira do rio".
Raimundo Simeão, o Muscula.
Atrações - Raimundo explica que existem várias opções de roteiro para se fazer a bordo do catamarã (que tem formato de balsa). Uma das mais procuradas sai do Distrito do Matapi, próximo a balsa da Mazagão, em Santana. De lá dá para se percorrer o Rio Matapi, conhecendo comunidades como São Raimundo da Foz do Rio Pirativa, que reúne remanescentes de quilombo.
Ali também é uma das maiores concentrações de grupo de botos amazônicos, que costumam saudar a passagem dos visitantes com um balé emocionante, digno de registros em vídeos ou fotografias. “Também podemos atravessar a frente de Santana até a Ilha de Santana, pelo Rio Amazonas, onde é possível aproveitar praia de areia branca e até fazer uma trilha ecológica que existe lá”, diz o nosso anfitrião.
Outra opção de passeio é na Prainha, que fica na Reserva da Fazendinha, em Macapá, também às margens do Amazonas. De lá é só retornar para o pernoite na chácara de Raimundo Simeão, onde o pernoite em um dos chalés sai por R$ 120, com café da manhã incluso. O aluguel do Catamarã, com o que se chamada de “All inclusive”, tem custo de R$ 60 por pessoa. Mas fazendo grupos maiores, dá para negociar esse valor.


Almoço com peixe fresco e ‘sesta’ embalado na rede

Uma das grandes atrações do passeio fluvial organizado por Raimundo Simeão é a gastronomia regional, tendo pescados como o Tambaqui e o Pirarucu, que são pegos ali mesmo em sua propriedade. As famílias ou grupos de colegas de trabalho que costumam alugar o Catamarã 7 Ladies podem optar em almoçar a bordo da embarcação ou na Chácara. “Tem para todo tipo de cliente. Até mesmo quem não é acostumado ou não gosta de fazer viagens de barco muda de opinião quando conhece o catamarã, que possui dois cascos, tem boa largura e assim muito mais estabilidade. Outro dia a gente recebeu até um cadeirante a bordo”, diz.
A propósito, o Catamarã 7 Ladies é uma produção genuinamente amapaense, adquirido no ano passado junto ao estaleiro Náutica Amapari. Seu casco é todo de alumínio e tem capacidade para 45 pessoas, incluindo três tripulantes. O barco possui toda a documentação exigida e tem registro junto à Capitania dos Portos. Simeão disse ter visto embarcação semelhante transportando turistas em João Pessoa (PB). “E lá é no mar, com águas agitadas”, compara.


Turista dá motivos para se conhecer o Amapá antes de viajar pelo mundo

"As pessoas precisam conhecer primeiro o nosso Estado e só depois poderiam sair pelo país e pelo mundo".
Claudino Dias, turista.
O bacharel em Direito Claudino Dias, 49, foi com toda a família no fim de semana passado para conferir o passeio fluvial organizado pela Pirarucu & Cia. Ele disse que foi uma de suas melhores viagens pelo interior do Estado. “As pessoas deveriam primeiro conhecer o próprio Estado para depois sair por aí conhecendo o Brasil e o mundo. É preciso saber valorizar o que é nosso”, diz. Segundo Claudino, as atrações selecionadas pelos organizadores do passeio são dignas de serem mostradas aos turistas de fora. “Aqui nós temos o que todo mundo quer encontrar hoje em dia, ou seja, atrações diferenciadas realmente, coisa de fazer gringo babar”, brinca.
Claudino é um viajante habitual, conhecer muitos lugares pelo Brasil e até no exterior. Diz que além de todas as vantagens do passeio fluvial por Santana, está o fator econômico. “Aqui você passa um fim de semana com sua família, conhece vários lugares incríveis e paga apenas R$ 60 com o almoço incluído. Isso não paga nem o ingresso para ir ao Beach Park, em Fortaleza, onde ainda tem as despesas com a alimentação”, compara.
O advogado amapaense Washington Caldas também integrava o grupo de turistas que conheceu o passeio pelo Matapi na semana passada. Segundo ele, o diferencial é mesmo o jeito tucuju de receber os visitantes. “A gente tem o maior prazer de levar a família para um programa como esse, onde a gente se sente em casa mesmo, com todo o carinho e a comodidade de fazer um passeio de barco pelos rios da região, mostrando para as crianças aquilo que as cidades já não oferecem mais, que é esse contato com a natureza, sua fauna e sua flora”, conclui. Para informações é só ligar para Raimundo Simeão, pelos telefones (96) 9971-8803 ou 3223-8496.


INFORMAÇÕES

- Na viagem no Catamarã 7 Ladies é possível encontrar serviço de bordo com direito a tira-gosto e bebidas;
- A embarcação é impulsionada por dois motores de popa, marca Yamaha de 90hp cada, com área de 75 metros quadrados, medindo 15m x 5m, devidamente registrado na Marinha e com capacidade para 45 pessoas.
- Saída das 9h e 10h com chegada às 16h e 17h.

R$ 60
Este é o custo por passageiro para fazer o passeio a bordo do catamarã, com direito a almoço.

A BORDO


sábado, 8 de março de 2014

Mensagem do presidente da Soamar-AP pelo Dia Internacional da Mulher

PALAVRA DO PRESIDENTE GLAUCO CEI
Leiam para as mulheres de vossas vidas.

Dizer eu te amo, é muito pouco no dia de hoje,
Imaginar palavras para descrever, é difícil; ainda mais difícil fica, falar das suas qualidades.

Avó, mãe, esposa, irmã, tia, prima, sobrinha, amiga, confidente, guerreira, responsável, fonte de carinho; nos momentos difíceis.

Legado dado por Deus, quando criou esse ser  tão divino, humilde mas perseverante, dócil mas aguerrida.

Enfim, um ser especial, que completa a vida de todos nós.

Resta-nos dizer, MUITO OBRIGADO A VOCES
MULHERES, por existirem em nossas vidas

PARABÉNS!


Glauco Cei
Presidente da Soamar Amapá

sexta-feira, 7 de março de 2014

Saiba mais a respeito da Marinha Real Britânica

A Marinha Real Britânica (em inglês: Royal Navy) é o ramo naval das Forças Armadas do Reino Unido. Fundada no Século XVI, é o ramo mais antigo de serviços e por isso é conhecida como o Serviço Sênior. Desde o final do Século XVII até meados do Século XX, era a marinha mais poderosa do mundo, desempenhando um papel fundamental no estabelecimento do Império Britânico como a potência mundial dominante. Após a Segunda Guerra Mundial, a Marinha Real foi substituída pela Marinha dos Estados Unidos como a principal potência naval do mundo. Durante a Guerra Fria, transformou-se em uma força principalmente anti-submarino, caçando os submarinos soviéticos, mais ativos na brecha GIUK. Com a dissolução da União Soviética, o seu papel para o Século 21 voltou a se concentrar em operações expedicionárias globais. A Marinha Real é uma marinha de águas azuis, e a sua capacidade de projetar poder globalmente é considerada como a segunda, atrás apenas da Marinha dos Estados Unidos. Como uma proeminente marinha de águas azuis, ela opera uma série de navios tecnologicamente sofisticados, incluindo porta-aviões, navios de assalto anfíbio, submarinos nucleares lançadores de mísseis balísticos, submarinos nucleares, contratorpedeiros, fragatas, caça-minas e navios de patrulha. A Marinha Real mantém as armas nucleares do Reino Unido através de seus mísseis balísticos lançados de submarinos. O Marinha Real conta com sua própria aviação naval, a Fleet Air Arm, que opera helicópteros a partir de embarcações, e no passado operou aeronaves de asa fixa incluindo caças como Sea Harrier, F4U Corsair e Supermarine Spitfire. Está presente em todos os oceanos do planeta, e entre as dezenas de conflitos em que atuou nas últimas décadas, destacou-se a sua atuação na Guerra das Malvinas, em 1982.

Operação Ellamy - Durante a Guerra Civil Líbia em 2011, e para que a Resolução 1973 do Conselho de Segurança das Nações Unidas fosse cumprida, o Reino Unido enviou próximo ao território líbio alguns navios da Marinha Real Britânica, tais como as fragatas HMS Westminster (F237) e HMS Cumberland (F85), os submarinos nucleares HMS Triumph (S93) e HMS Turbulent (S87), o contratorpedeiro HMS Liverpool (D92) e o navio caça-minas HMS Brocklesby (M33).

Marinha do Reino Unido
Naval Ensign of the United Kingdom.svg
Ensígnia Naval do Reino Unido
País Reino Unido
CorporaçãoMarinha
SubordinaçãoMinistério da Defesa
DenominaçãoRoyal Navy
SiglaRN
CriaçãoSéculo 16
Marcha"Heart of Oak"
História
Guerras/batalhasGuerra dos Cem Anos
Primeira Guerra Anglo-Holandesa
Segunda Guerra Anglo-Holandesa
Batalha de Quatro Dias
Terceira Guerra Anglo-Holandesa
Guerra dos Nove Anos
Guerra da Sucessão Espanhola
Guerra da orelha de Jenkins
Guerra da Sucessão Austríaca
Guerra dos Sete Anos
Guerra da Independência dos Estados Unidos
Guerras Napoleônicas
Glorioso primeiro de junho
Batalha do Nilo
Batalha de Copenhaga
Guerra de 1812
Primeira Guerra Mundial
Segunda Guerra Mundial
Guerra das Malvinas
Guerra do Golfo
Guerra do Kosovo
Guerra do Afeganistão
Invasão do Iraque
Comando
Comandante SupremoRainha Elizabeth II do Reino Unido
Sede
Quartel GeneralWhitehall

Índia: vazamento de gás mata oficial da Marinha

AE - Agência Estado
Um vazamento de gás em um destroier que estava sendo construído em um estaleiro de Mumbai matou um comandante da Marinha e intoxicou dois trabalhadores nesta sexta-feira.
Após o vazamento de hoje e o incêndio em um submarino na semana passada, o chefe da Marinha indiana, almirante D.K. Joshi, renunciou, assumindo a responsabilidade pela série de acidentes.
O vazamento foi causado por avaria em uma unidade de dióxido de carbono no
destroier, que deveria ser entregue à Marinha no mês que vem, apontou a estatal Mazagon Dock, em comunicado.
Os dois trabalhadores intoxicados com gás foram tratados em um hospital e já tiveram alta, afirmou o porta-voz da Mazagon Parvez Panthaty. Ele disse que não ocorreram incêndios ou explosões na obra.
Dois oficiais da Marinha indiana morreram na semana passada em um incêndio em um submarino russo durante exercício de treinamento no mar. Fonte: Associated Press. 

Rússia pretende ampliar presença militar no mundo, diz agência

AE - Agência Estado
A Rússia planeja ampliar a sua presença militar no mundo por meio da busca de permissões para navios da Marinha utilizarem portos na América Latina, Ásia e em outros locais. O ministro da Defesa, Sergei Shoigu, disse nesta quarta-feira que as Forças Armadas estavam promovendo discussões sobre o tema com Argélia, Chipre, Nicarágua, Venezuela, Cuba, Ilhas Seychelles, Vietnã e Cingapura.
Para Shoigu, é essencial para a Marinha russa ter a possibilidade de solicitar serviço de manutenção em seus navios em portos estrangeiros. O ministro afirmou ainda, segundo relatos de agências de notícias russas, que a Rússia também conversava com alguns desses países para pedir que bombardeiros de longo alcance sejam autorizados a usar bases aéreas locais para reabastecimento de combustível.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, lançou um programa de modernização militar maciça e tem buscado demonstrar o alcance global do país por meio do envio de navios da Marinha para o Mar Mediterrâneo, a América Latina e outras áreas.
Teste de prontidão
Putin ordenou nesta quarta-feira a realização de um teste de prontidão de combate para tropas estacionadas na região que faz fronteira com a Ucrânia. A medida foi anunciada em meio a crescentes tensões entre Rússia e Ucrânia, onde o presidente Viktor Yanukovich, ligado à Rússia, foi deposto recentemente. As manobras serão efetivamente iniciadas na sexta-feira e terão duração de quatro dia. Os exercícios envolverão navios no Mar Báltico, frotas do norte e a Força Aérea.
Há temores de no Ocidente sobre a possibilidade de as Forças Armadas russas intervirem em regiões pró Rússia da Ucrânia, particularmente na região de Crimeia, onde a Frota Russa do Mar Negro está localizada. Mas autoridades russas disseram publicamente até o momento que tal medida é improvável. Fonte: Associated Press. 

Colunista registra incidente nas águas do Rio Amazonas



No fundo

Um acidente no Rio Amazonas deixou ambientalistas de cabelo em pé. Foi durante a operação de embarque de minério de ferro em barcaças, que alimentam navios cargueiros fundeados na Fazendinha. Felizmente foi só o empurrador que foi para o fundo.

Risco

Segundo a Capitania dos Portos, o acidente aconteceu na madrugada de terça para quarta-feira e não há registro de vítimas. Mas barreiras de contenção foram instaladas para evitar que óleo diesel se espalhe.

Marinha promete 15 mil militares e 27 navios para a Copa do Mundo

Thaise Constancio - Agência Estado
RIO - A Marinha vai envolver 15 mil militares, 27 navios e 17 aeronaves para atuarem simultaneamente nos mares, rios, lagos e lagoas do País durante a Copa do Mundo. Em Salvador (BA) e Natal (RN), a Força também vai coordenar a logística de defesa, enquanto a segurança será responsabilidade dos órgãos públicos dos três níveis de governo.
Todo o contingente da Marinha executará ações de patrulha e inspeção naval para garantir que as leis brasileiras sejam cumpridas em alto-mar e que as regras de segurança marítima sejam cumpridas. Os navios serão distribuídos nas nove cidades-sede que possuem portos e as aeronaves ajudarão a ampliar as áreas de visualização e fiscalização.
"Apesar de os jogos serem em terra, vamos proteger toda costa marítima e águas interiores em período integral. Teremos, inclusive, um navio no porto de Manaus patrulhando a orla da cidade durante toda a Copa", afirmou o comandante das Operações Navais, almirante de esquadra Luis Fernando Palmer.
As ações na Copa serão semelhantes as da operação Amazônia Azul, que intensificou a fiscalização nos 4,5 milhões de km ao longo de todo o litoral brasileiro. Em conjunto com a Força Aérea Brasileira, Receita Federal, polícias Federal, Civil e Militar e órgãos de fiscalização ambiental, a Marinha faz exercícios de defesa de portos e terminais, retomada de plataformas de petróleo, fiscalização e abordagem de embarcações.

Entre os dias 17 e 22, as atividades acontecerão simultaneamente no continente e no litoral com a participação de 30 mil militares, 220 embarcações pequenas, 64 navios e 15 aeronaves. Em dois dias, foram feitas 4,5 mil inspeções em águas nacionais e 169 apreensões.
"Essa é a primeira vez que nossas operações de rotina são realizadas simultaneamente em todos os rios navegáveis, lagos, lagoas e águas marítimas do Brasil, com todo contingente nacional. Isso é muito importante para o nosso treinamento de comando e controle e comprovar que podemos atuar de maneira integrada", ressaltou o comandante Palmer.
Nesta quinta-feira, a Marinha realizou uma simulação de inspeção na Baía de Guanabara. Seis militares com equipamentos de segurança, radiotransmissores, spray de pimenta, bomba de gás lacrimogêneo, pistolas 9 mm e um fuzil desembarcaram de lancha no navio-patrulha Macaé e demonstraram como seria uma abordagem em alto-mar, que pode terminar com a prisão de toda a tripulação.
"Esse exercício serve como treinamento para a Copa, principalmente pela coordenação com órgãos federais, estaduais e municipais envolvidos na operação Amazônia Azul. Mas nossa principal atividade é a fiscalização de atos ilícitos como contrabando, tráfico de drogas, documentação e atividades irregulares", explicou o comandante do navio, capitão de corveta Cláudio da Costa. 


quarta-feira, 5 de março de 2014

Em nota, Capitania dos Portos confirma emborcamento de barcaça de mineradora

O empurrador opera com barcaças como essa para o embarque de minério
A Capitania dos Portos do Amapá (CPAP) informou nesta quarta-feira (05) que por volta das 10h30 tomou conhecimento do emborcamento do Empurrador “Mato Grosso”, por volta das 23h30 da noite anterior, a terça-feira de Carnaval. O incidente ocorreu no Canal de Santana (fundeadouro nº1). O empurrador pertence à empresa PAES CARVALHO, que presta serviço para Mineradora ZAMIN Amapá.
No momento do incidente, o empurrador conduzia uma balsa com minério de ferro para o Navio Mercante “Hammonia Malta”. Após o emborcamento, ele foi rebocado por outras embarcações até a localidade da Fazendinha, entre o Igarapé da Fortaleza e o Trapiche da Praticagem, aonde se encontra encalhado. Não houve vítimas.
A Capitania enviou para o local uma Equipe de Inspeção para prestar apoio e está tomando todas as providências para garantir a segurança da navegação na área e prevenir eventual poluição hídrica, por meio da instalação de barreiras de contenção.
Será instaurado o Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação no intuito de apurar as causas do incidente, com prazo de conclusão em 90 (noventa) dias.
A Marinha do Brasil, por intermédio de seus SALVAMAR - Serviço de Busca e Salvamento da Marinha, distribuídos pelos seus Distritos Navais em todo o país, recebe rotineiramente várias solicitações de resgate (SAR – Search and Rescue) e sempre empenha meios, homens e recursos para o cumprimento de suas atribuições e competências constitucionais, no que tange à segurança da navegação e à salvaguarda da vida humana nas vias navegáveis.
A nota é assinada pelo comandante da Capitania dos Portos no Amapá, o capitão-de-fragata Lúcio Ribeiro.

Escola de Samba do Rio usa tecnologia da Marinha em desfile na Sapucaí

O sobrevoo da águia, símbolo da Portela, roubou a cena no Sambódromo do Rio de Janeiro
ROBERTA PENNAFORT - Agência Estado

Como no samba-exaltação de Paulinho da Viola, a Portela pintou de azul a Passarela do Samba. Encantou o público e fez um desfile de candidata ao título deste carnaval - foi saudada assim ao fim da apresentação por parte das arquibancadas. O enredo da escola de Madureira era a Avenida Rio Branco, a via mais representativa do centro do Rio, seu entorno e as transformações por que a região passou do século 16 ao 21.
A passagem da Azul-e-branca mexeu com a Sapucaí desde o comecinho, quando alçou voo uma águia (símbolo da Portela) drone comandada por controle remoto. A tecnologia é da Marinha e vinha sendo testada havia três meses secretamente, segundo o carnavalesco Alexandre Louzada.
Outra novidade foi a escultura de 18 metros de altura que simbolizava o "gigante adormecido que acordou", uma alusão às manifestações de rua iniciadas em junho do ano passado. Ele ora se abaixava, tomando o formato de uma rocha, ora se levantava, uma referência ao levante popular em busca de melhores condições de vida. A Sapucaí ficou atônita e aplaudiu muito. Segundo Louzada, é a maior escultura que passou na avenida em 30 anos de Sambódromo.
De asas abertas, as 22 águias do abre-alas - simbolizando os 21 títulos conquistados em nove décadas de história, e a vitória almejada este ano - chamaram atenção pela beleza plástica. A maior delas, de 14 metros de envergadura, grunhiu alto, convocando o público.
Apesar de o prefeito do Rio, Eduardo Paes, declarar-se portelense, e de o tema ser carioca e atual (a Rio Branco passa no momento por mais transformações", a escola afirma que não teve patrocínio do município, segundo Louzada. "Invocamos (o compositor) Candeia e todas as raízes negras da Portela, como um pedido de axé para essa nova fase, que é de renascimento", explicou o carnavalesco.


O momento é de otimismo na escola, que vem de uma década afundada em dívidas (num total de quase R$ 7 milhões, com fornecedores e órgãos públicos e trabalhistas) e sob uma gestão tida como fraudulenta. O novo presidente, Sergio Procópio, é compositor e tem o apoio dos portelense históricos. "Estamos num recomeço. Quando a escola se volta para si mesma, constrói algo com mais verdade", disse Paulinho da Viola. "Antes não tinha amor (pela Portela), e sem amor nada vai pra frente. A Portela se encontrou", garantiu Monarco, um dos maiores ícones da escola. 

Mineradora Zamin obtém licença para dragar local do novo porto

Aspecto da instalação do novo porto da mineradora Zamin, em Santana
A Zamin Amapá, sistema integrado pela mina em Pedra Branca do Amapari,  pela a Estrada de Ferro do Amapá e operação do porto em Santana, recebeu a licença ambiental do Instituto de Meio Ambiente do Amapá (IMAP) para realizar o processo de dragagem em sua área portuária. A operação visa aumentar a segurança no local e garantir o sucesso na operação de instalação de uma plataforma elevada  que será fixada no fundo rio (Jack-up) e permitirá a atracação dos navios, substituindo o antigo píer flutuante.

Para instalação desses novos equipamentos a empresa segue todas as medidas de segurança para que o Porto seja ainda mais seguro e moderno. Umas das medidas é a construção de uma parede diafragma (muro de contenção) ao longo da margem do Rio Amazonas, dentro da área da empresa. A previsão é de que no segundo semestre de 2014 o píer esteja funcionando. Tal previsão dependerá também das licenças que deverão ser obtidas até o período.

Para o Gerente Geral de Logística da Zamin Amapá, Mivaldo Paz, a licença fornecida para a empresa é um importante passo na construção do novo Porto. “O processo de dragagem é importantíssimo para nós já que possibilitará um avanço em diversos aspectos operacionais, entre os quais, o aumento na segurança, maior valor da empresa”, afirma Mivaldo.

Até o momento, os embarques têm sido feitos por meio de barcaças que atracam no píer fixo da Zamin Amapá, onde foram instaladas correias transportadoras. As barcaças fazem o transbordo (transferência do minério para um navio maior) para embarcações localizadas, simultaneamente, em dois pontos distintos: o primeiro, na Companhia das Docas de Santana (CDSA) e, o segundo, próximo ao balneário da Fazendinha, onde ficam ancoradas.

GRUPO ZAMIN – A Zamin é um conglomerado independente global de mineração com ativos na América do Sul, África, Austrália e Ásia. O grupo Zamin está no Brasil desde 2005, operando  as minas  Susa no Rio Grande do Norte  e Greystone, na Bahia .No Amapá, a Zamin já opera a Zamapá Mineração desde 2011. Com a aquisição do Sistema Amapá, que passou a se chamar Zamin Amapá, o atual portfólio de ativos do Grupo será fortalecido com o principal empreendimento do grupo na produção de ferro.

Operação da Marinha do Brasil aperta a fiscalização aquaviária

Os comandantes Lúcio (esquerda) e Jackson durante coletiva à imprensa local
A Marinha do Brasil divulgou ontem (20) em Santana (AP) o resultado parcial da primeira semana da Operação Amazônia Azul, que está levando à risca a chamada ‘Inspeção Naval’. Mais que apertar a fiscalização para garantir a segurança da navegação nos rios da região, a iniciativa também é de presença do Estado Brasileiro na costa e também na foz do maior rio do planeta, o Amazonas. Ações de cunho social, como atendimento médico e odontológico, também estão sendo promovidas nas diversas comunidades ribeirinhas.
O comando das ações no Amapá está a cargo do capitão de mar-e-guerra Jackson Sales da Silva, que lidera o Serviço de Patrulhamento Naval do Norte e também do capitão-de-fragata Lúcio Marques Ribeiro, atual comandante da Capitania dos Portos do Amapá. Os dois concederam entrevista coletiva ontem a bordo do Navio -Auxiliar Pará, uma das principais embarcações empregadas na operação, por sua capacidade de transporte de tropas, cargas e até um mamógrafo que existe a bordo.
A operação Amazônia Azul, aberta oficialmente à meia-noite de segunda-feira, conta ainda com a participação de diversas agências, federais e estaduais, como Polícia Federal, Receita Federal e Ibama, além da Força Aérea Brasileira (FAB). Os primeiros números divulgados ontem dão conta de que foram realizadas 188 abordagens, com agentes envolvidos procedendo 48 notificações e pelo menos 23 apreensões de embarcações. “As principais irregularidades que encontramos foram com respeito a problemas com a documentação das embarcações ou de seus tripulantes, além do transporte ilegal de pescado e até de carvão”, disse o comandante Jackson Sales.
Os trabalhos da Amazônia Azul irão até sábado, mobilizando 180 militares da Marinha, além de três navios e outras três lanchas operacionais.

Entrevista com o novo comandante do 4º Distrito Naval, Almirante Edlander

Almirante Edlander Santos, que veio a Macapá para a transição na Capitania dos Portos do Amapá
Um militar diferenciado, de fala mansa e muito espirituoso. Estas são as primeiras impressões do Blog Soamar Amapá a respeito do novo comandante do 4º Distrito Naval, comando a que está subordinada diretamente a Capitania dos Portos do Amapá. E foi logo depois de presidir a cerimônia de transmissão do Comando da Capitania que ele recebeu o editor do Blog, jornalista Cleber Barbosa, para uma conversa exclusiva e muito franca. Acompanhe o que ele disse a seguir:

Soamar Amapá – Almirante, o senhor cumpre a honrosa missão de vir presidir a troca de comando aqui na Capitania dos Portos do Amapá, quando também acaba de assumir o 4º Distrito Naval. Vê como esse novo momento da Marinha o Brasil aqui na Foz do Amazonas?
Almirante Edlander – Primeiro gostaria de dizer que para mim é uma grande alegria poder na cidade de Macapá e Santana, nesse grandioso Estado do Amapá, o qual eu não conhecia. Está me surpreendendo muito. Realmente a Marinha desenvolve aqui uma ação muito importante na segurança da navegação e principalmente eu acredito que cada vez mais a atuação da Marinha vai ter um protagonismo cada vez maior tendo em vista principalmente que essa região Norte do país inevitavelmente é a solução para desengarrafar o Sul no que diz respeito às nossas exportações de grãos. É um corredor natural, vai aumentar a importância da navegação e por consequência aumenta a importância da Marinha na região. Nós estamos fazendo essa transição agora, que é uma transição de rotina, mas os desígnios na Marinha são decididos sempre pela Alta Administração Naval, então são sempre gestões diferentes, mas dando continuidade aos grandes planos da Marinha.

Soamar – A sociedade aos poucos vai tomando conhecimento do quão difícil é a missão da Marinha, de conjugar esse binômio, do lado operacional, mas também desse braço social, como as ações cívico sociais, que no seu comando deverão ser mais do que ratificadas não é?
Edlander – É, nós nos preocupamos com isso também. A razão da Marinha é a sociedade brasileira, é o seu povo. De um lado, pelo aspecto operacional, nós temos que contribuir para a defesa do país que é a defesa de toda a população. Por outro lado nós temos uma magnífica estrutura logística que não pode ficar ociosa esperando por uma ação de crise, então nós aproveitamos com muita satisfação essa nossa logística para atender a população, principalmente aquelas mais carentes com nossas ações sociais, nossos atendimentos médicos-odontológicos.

Soamar – A gente já sabe que uma das novidades do seu comando a partir dessa preocupação com o lado social, o senhor tem um projeto voltado para o Navio-Auxiliar Pará, que dispõe de um mamógrafo a bordo e que realiza um grande trabalho de prevenção ao câncer junto às mulheres ribeirinhas. A ideia agora é transmitir essas imagens para o hospital. A quantas anda esse projeto Almirante?
Edlander – É, está bem encaminhado. Nós esperamos na próxima semana concluir os testes que vão permitir que o navio Pará transmita as imagens do mamógrafo para o nosso Hospital em Belém, de forma que o especialista, o radiologista que temos lá em Belém, possa dar de imediato e sem muita demora um pronto diagnóstico.

Soamar – O Comando do Exército acaba de anunciar que Macapá será sede de uma Brigada Militar, que será chamada Brigada da Foz, o que fará com que o efetivo do Exército Brasileiro no Amapá dê um salto dos atuais 830 militares para algo em torno de 3 mil integrantes. É possível que com esse aumento da presença do Estado brasileiro nesta região a Marinha também aumente seu efetivo por aqui?
Edlander – Eu acho que sim. Porque é de se esperar que aumente, não um aumento nessa magnitude, mas um aumento progressivo, de acordo com o aumento principalmente no fluxo das nossas vias navegáveis. É importante esclarecer que dentro da forma com que a Marinha se prepara, com que a Marinha se distribui no território nacional, ao contrário do Exército, que sua força é representada pela quantidade localmente admitida, a Marinha concentra no Rio de Janeiro suas principais forças de combate, seus navios de combate, seus submarinos, helicópteros, seus aviões e em caso de necessidade desloca esses meios para a região que por venture estiver em crise. Diferente um pouco do Exército que precisa ter, pois não tem a mobilidade necessária, daí terem a necessidade de sempre ter uma quantidade para fazer frente a eventuais ameaças. Na Marinha a gente fica com um pequeno grupo que são os Distritos Navais, com alguns meios à disposição e quando necessário recebem os apoios da Esquadra do Brasil.

Soamar – Já que estamos falando das outras Forças Armadas, a Aeronáutica aqui no Amapá também tem um efetivo mínimo, em contrapartida tem equipamentos instalados aqui de ponta, do Sistema de Vigilância da Amazônia, o SIVAM. Essas informações são compartilhadas também com a marinha?
Edlander – Compartilhamos. O SIVAM tem um braço aqui, mas você tem a sede do SIVAM em Brasília, temos em Belém, em Manaus e compartilhamos sim essas informações que são fundamentais. Não é por outra razão que o Exército está desenvolvendo o seu sistema SIFRON, que vai controlar toda a fronteira seca e a Marinha acabou de formatar o seu SISGAAZ, que é o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul, que vai controlar os 4,5 milhões de quilômetros quadrados de área marítima pertencentes ao país.
Soamar – Para a gente terminar com um tema mais ameno Almirante, o senhor é tido como espirituoso e até bem humorado para essas coisas. Quando em visita a quarteis do Exército o senhor é sempre saudado com o brado “Selva!”. É verdade que certa vez decidiu responder com um brado de “Água!”?
Edlander – É verdade... [risos]

Soamar – E no jantar em Macapá oferecido pela Soamar o senhor disse mais, que o Exército é Brasileiro, que a Força Aérea é brasileira...
Edlander – Mas a Marinha é do Brasil! [mais risos]

Perfil do Entrevistado


Entre os cargos assumidos pelo novo comandante está o de capitão dos portos fluvial da Amazônia Ocidental, vice-diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, subchefe de Operações do Comando de Operações Navais, comandante do 6º Distrito Naval, comandante da Primeira Divisão da Esquadra, subchefe de Organização e Assuntos Marítimos do Comando de Operações Navais e diretor do Departamento de Pessoal, Ensino e Cooperação do Ministério da Defesa.

Associados da Soamar recebem novo comandante do 4º DN em jantar

Foto de confraternização entre os associados da Soamar-AP e o Almirante Edlander Santos
O novo comandante do 4º Distrito Naval, Almirante Edlander Santos, foi recebido em um concorrido jantar oferecido pela Sociedade Amigos da Marinha do Amapá (Soamar-AP). O evento aconteceu no restaurante Estaleiro, que foi muito elogiado pelo militar, não só pela gastronomia requintada, mas, claro, pela decoração toda inspirada na rotina do mar. O presidente da Soamar-AP, empresário Glauco Cei, fez as honras da casa e deu as boas-vindas em nome da entidade e também do povo amapaense, afinal era a primeira vez na vida que Edlander estava em Macapá.
O juiz de Direito César Scapin em momento de descontração com o Almirante Edlander
O Almirante esteve acompanhado de seu ajudante-de-ordens e também dos capitães-de-fragata Lúcio e Neves, que fizeram a transição no Comando da Capitania dos Portos do Amapá. Edlander disse que está à inteira disposição da Soamar-AP para auxiliar nas ações da associação e já colocou à disposição da Soamar a estrutura necessária para realizar uma grande Ação Cívico-Social, a chamada Aciso, de acordo com as demandas que a Soamar-AP entender serem as mais apropriadas.
A vice-presidente da Soamar, Ana Lúcia Colares, fez a entrega de um presente em nome de todos os demais associados, um lindo estojo com uma caneta dourada. O Almirante Edlander agradecer e disse que aquela era a primeira de uma série de viagens que fará ao Amapá ao longo de seu comando.
Os soamarinos e suas esposas, durante o concorrido jantar no Restaurante Estaleiro

Comandante Mário Simões recebe Soamar-AP em jantar a bordo de navio

O presidente da Soamar-AP, Glauco Cei, faz uma saudação ao comandante Mário Simões
O Capitão-de-Mar e Guerra Mário Rubens Giordano Simões, comandante do Grupamento de Patrulha Naval do Norte, recebeu os associados da Soamar-AP a bordo do Navio-Auxiliar Pará, para um jantar que marcou as despedidas do militar da função. Ele veio a Macapá comandar sua última missão operacional e fez questão de registrar esse novo momento em sua carreira, agora que segue em transferência para o Rio de Janeiro, dividindo essa etapa com os associados da Soamar . 
Os comandantes Mário Simões (E) e Carlos Neves (C) com o presidente Glauco Cei
Ele esteve acompanhado pelo comandante da Capitania dos Portos no Amapá, Comandante Neves, além dos demais comandantes dos navios que acompanharam seu deslocamento até as águas amapaenses, na escolta ao navio maior. 

Os associados da Soamar-AP e suas esposas, durante visita às instalações do Navio Auxiliar Pará
Durante o encontro, os soamarinos puderam conhecer melhor as instalações das três embarcações aportadas no cais da Capitania em Santana, além é claro de se deliciarem com os quitutes preparados pela equipe de cozinha do Navio Pará.