Este Blog é destinado a compilar ideias, pensamentos e notícias que ajudem a se saber mais a respeito da Marinha do Brasil, por iniciativa da Sociedade Amigos da Marinha, no Amapá. A Soamar-AP é composta por personalidades agraciadas com a Medalha "Amigo da Marinha", além do corpo de oficiais da ativa, da reserva e de seus sócios Beneméritos e Honorários.

Segurança da Navegação

sábado, 11 de julho de 2015

'Férias Seguras' vai fiscalizar portos e balneários do Amapá durante o verão

Fiscalização da Marinha vai atuar em portos e balneários do Amapá (Foto: John Pacheco/G1)Fiscalização da Marinha vai atuar em portos e balneários do Amapá (Foto: John Pacheco/G1)


Cerca de 40 homens da Marinha do Brasil vão atuar nos rios do Amapá. Operação visa evitar lotação em embarcações e evitar condução perigosa.

 

John PachecoDo G1 AP


A Marinha do Brasil inicia a partir de sábado (4) a operação "Férias Seguras", que vai fiscalizar e abordar o fluxo de embarcações em portos, rios e balneários do Amapá durante todo o mês de julho, mês de início do verão na região amazônica. A Capitania dos Portos prevê que cerca de 40 homens atuem em rios de todo o estado, com foco nos municípios de Macapá e Santana, cidades onde se concentram a maior parcela da população.
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Lúcio Marques Ribeiro, comandante da Capitania dos Portos no Amapá (Foto: Divulgação/TV Amapá)Lúcio Marques Ribeiro, comandante da Capitania
dos Portos no Amapá (Foto: Divulgação/TV Amapá)
As abordagens vão acontecer de forma constante nos terminais de passageiros, coibindo a superlotação e o excesso de carga, fatores que podem resultar em acidentes. Nas embarcações serão avaliadas as condições de segurança como número de botes e de coletes salva-vidas.  
Um reforço extra de oficiais será enviado aoAmapá no fim de julho durante o Festival do Camarão, que acontece na cidade paraense deAfuá, entre os dias 23 e 26, e atrai milhares de amapaenses.
"Teremos para essa data o envio de um navio patrulha, pois aumenta bastante o fluxo de pessoas chegando e saindo nesses terminais", justificou Lúcio Marques Ribeiro, Capitão dos Portos do Amapá.
Nos balneários as equipes vão atuar para evitar o fluxo constante de lanchas e jet-skis entre os banhistas nas praias. "Eles [embarcações] não podem transitar em uma distância de 200 metros da praia. Não que não possam se aproximar da praia, mas isso tem que ser feito de forma ordeira, pois todos os condutores são habilitados e conhecem isso", detalha.
A condução de embarcações próximo aos locais de grande movimentações pode causar acidentes graves, como o que aconteceu em dezembro de 2014, quando um garoto de 10 anos foi atingido por uma lancha quando tomava banho no rio Amazonas, na Zona Leste de Macapá. A investigação apontou que um adolescente de 14 anos pilotava a embarcação.

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Presidente da Soamar concede entrevista sobre conjuntura econômica do Amapá

Empresário Glauco Cei, presidente da Soamar no Amapá.

“É preciso fazer uma força tarefa pelo Amapá, unir a bancada, desmanchar os palanques”

 

Representante da iniciativa privada, mais precisamente das indústrias da construção civil, Glauco Cei decidiu falar a respeito de como o setor privado está fazendo a sua parte para o enfrentamento da crise enconômica e institucional que se abateu sobre o país. Ele precide desde o ano passado o Sindicato que congrega os empresários da construção, o SINDUSCOM, além de ser um dos responsáveis pela manutenção da BR 156, a Macapá/Oiapoque, via que teve o tráfego interrompido durante a semana que passou devido ao rompimento de uma galeria de drenagem. Nessa entrevista, ele dá mais detalhes sobre o que aconteceu na estrada e também projeta ações futuras para que seja concluída uma das mais antigas rodovias federais em construção no Brasil e que é a principal do Amapá. A seguir os principais trechos.


Por Ramon Palhares, para o Diário do Amapá.


Diário do Amapá - O setor que mais sofre com a atual crise é o Setor da Construção Civil. Qual a atual situação hoje da construção civil no Amapá?
Glauco Cei - Ouve na iniciativa privada e no serviço público, uma diminuição no investimento. A uma restrição de financiamento até pra casa própria agora, os juros aumentaram bastante e o cidadão está com mais cuidado na compra do imóvel e com isso gerou toda essa crise. A Construção Civil todo tempo foi responsável por 75% da mão de obra de baixa renda com isso criou todo esse problema, inclusive com o aumento da violência em Macapá.

Diário - Aqui no estado foi um ano de muitas demissões?
Glauco - Agravamos com a parada da Zamin, todo o atropelo que foi essa confusão da mineradora, havia muitos serviços da construção civil que absorvia lá com o fato da manutenção da rodovia não ter sido feita, e as outras mineradores que sem caixa pararam também, como a Unagem, foi uma crise de setor agravada ainda pela própria crise financeira do Estado.

Diário - Qual a perspectiva de melhorar? Presença do Ministro?
Glauco - O estado do Amapá, como enfatizou o ministro na sua visita ao estado precisa de muitos investimentos, só que pra isso precisa de dinheiro e é o que nós não temos. Não temos uma indústria, não se preocupou tanto num parque industrial nesse período que o que ainda faz à maior circulação de dinheiro numa determinada área, a crise no Amapá ela é muito agravada. Para se ter uma idéia. Para cada um real que é colocado no estado do Amapá, 75 centavos voltam por que precisamos comprar insumo, até nossa farinha tem que comprar de fora, ou seja a cada real, 75% sai.

Diário - O que precisa ser feito para mudar essa situação e tornar o Amapá uma potencialidade?
Glauco - As coisas aqui acontecem na marra, o Linhão [do Tucuruí] veio por que o Brasil precisa de energia, esse linhão está pra vir a 25 anos essa que é a realidade, então é preciso fazer uma força tarefa, unir a bancada, desmanchar os palanques porque o Amapá precisa crescer, o Amapá não pode crescer por alguém descobriu o petróleo ali e outra coisa, existem outros estados pleiteando as benesses disso, podemos ficar com os royalties, mas vai ser a menor parte então é necessário criar um conjunto de pessoas de setores, de segmentos quer seja na iniciativa privada, quer na governamental e política, para subsidiar. Os parlamentares precisam ser mais humildes e procurar os setores também, para que a gente possa municiá-los e juntos buscarmos um caminho pro desenvolvimento. O Petróleo está aí, se a gente não cuidar, outros estados vão fazer pressão política e vai haver um maior investimento lá e novamente vamos ficar aguardando.

Diário - Situação se arrastando a muito tempo. Falando como engenheiro responsável por alguns trechos da manutenção da BR156, como está esse trabalho?
Glauco - Ao longo desses anos todos a BR vem sendo construída há 30 anos, quando eu cheguei aqui o asfalto ia até Porto Grande, hoje você já chega até Calçoene e 50 quilômetros do Oiapoque pra cá. Esse trecho especificamente do Oiapoque ele é um trecho muito difícil porque existem três ou quatro baixões e com essa mudança climática que aconteceu não só no Amapá, mas no mundo inteiro, agravou bastante. Entendemos que a comunidade e nós também queremos isso a conclusão da estrada que já dura 37 anos nessa espera. Esse último trecho é bastante complexo em termos de técnica em construção, faltam cerca de 110 quilômetros para ser concluído. Cerca de oito anos atrás houve licitação de empresas, mas elas reincidiram contrato quando viram que a coisa não iria proliferar. É preciso ser feito um estudo muito forte, afinal são três a quatro baixões e quando chega nesse período das marés altas e a água que escorre dos rios também, temos do lado oeste o maciço do Tumucumaque e a água acaba ficando acumulada nesses baixões, com isso a água sobe, passa pra cima da pista ao longo desse tempo também aumentou o fluxo de carros para aquela região e com isso agrava o problema. Os equipamentos estão na área, foi no momento daquele rompimento e em menos de 24 horas foi feito uma passagem e o tráfego está fruindo, atoleiro com certeza tem, está difícil? Sim, mas pelo menos está passando.

Diário - Existe um contrato de manutenção permanente dessa rodovia?
Glauco - O nosso contrato é com o Governo do Estado, mas é um serviço delegado pelo Dnit ao estado do Estado do Amapá a fonte financeira é o Dnit.

Diário - O que aconteceu o porquê do rompimento daquele trecho da estrada?
Glauco - Foi uma coincidência de um repiquete de água, devido ser um baixão, a água acumulou, tinha um bueiro e então a água passou por cima da rodovia e quando a maré baixou depois de um pico de 4,1 metros de altura e quando aquela água represada vai baixando naquela região ela vai fluindo no sentido de desaguar no oceano e como o volume era muito grande e a pressão exercida na boca do bueiro foi grande e ela acabou cavitando, ou seja, ela cavou pela lateral do bueiro e ela rompeu. Já há uma passagem provisória com outro bueiro na área e já está sendo construída uma outra ponto que deverá resolver o problema.

Diário - Há tratativas no sentido de se buscar uma solução para esse impasse?
Glauco - Segundo o engenheiro responsável pelo trecho em manutenção uma reunião será marcada com representantes do Dnit, Setrap e Policia Rodoviária Estadual, para definir pontos estratégicos.

Diário - E sobre as obras de conclusão da pavimentação da BR 156, para se chegar a Oiapoque?
Glauco - Em relação ao trabalho de pavimentação da BR 156 ou a retomada da obra, apenas o Dnit poderá afirmar se estão sendo feitos ou não, mas segundo informações o impasse das medidas compensatórias com as aldeias indígenas já está sendo resolvido.

Perfil...
 
Entrevistado. O atual presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Amapá (Sinduscom) e da Sociedade Amigos da Marinha (SOAMAR) é o empresário Glauco Cei. Seu mandato à frente desta entidade iniciou no dia 30 de abril de 2014. É oficial da Reserva do Exército Brasileiro, onde atuou por muitos anos nos postos de 2º tenente e depois de 1º tenente de Infantaria. Ele também possui formação civil como engenheiro, tendo fundado, em 1986 em Macapá, a Etecon Construtora para atuar na construção civil com projetos e obras de engenharia. Ele também é presidente da Sociedade Amigos da Marinha, a SOAMAR no estado do Amapá. Possui vasta experiência no campo da abertura e construção de estradas no Amapá, tendo, inclusive sido um dos pioneiros na abertura da BR 156.

sábado, 25 de abril de 2015

Comando Militar do Norte desencadeia Operação Cabo Orange em Oiapoque

O Comando Militar do Norte, sediado em Belém-PA, comandado pelo General de Exército Oswaldo de Jesus Ferreira, desencadeou a Operação Cabo Orange, que objetiva coibir os ilícitos ambientais e transfronteiriços, utilizando, para isso, de patrulhamentos fluvial e terrestre nas principais localidades, instalação de Postos de Controle e Interdição Fluvial e Postos de Controle e Bloqueio de Estradas, efetuando revistas de pessoas, veículos, embarcações e aeronaves que serão realizados por tropas do Exército Brasileiro, apoiados pelos Órgãos de Segurança Pública, em ambiente interagências. A área de atuação das tropas brasileiras ocorrerá ao longo de toda a faixa de fronteira do Estado do Amapá.

Paralelamente às ações preventivas e repressivas, a Força Terrestre desenvolverá ações cívico-sociais (ACISO) para a população local, por meio de atendimentos médicos e odontológicos, apresentação da Banda de Música do 34º BIS, oficinas de leituras e apoio religioso de capelão militar, oriundo de Belém-PA.

O Exército Brasileiro empregará durante a operação, militares do Comando da Fronteira Amapá/34º Batalhão de Infantaria de Selva (Macapá/AP), do 2º Batalhão de Infantaria de Selva (Belém/PA), do 24º Batalhão de Infantaria Leve (São Luis/MA), da 23ª Brigada de Infantaria de Selva (Marabá/PA) e do 4º Batalhão de Aviação do Exército (Manaus/AM). Com isso, mais de quinhentos homens do Exército Brasileiro estarão sendo deslocados e empregados na região da faixa de fronteira compreendida entre os distritos de Clevelândia do Norte, Vila Brasil, Vila Vitória e Ponta dos Índios, ao longo da calha do rio Oiapoque.

Além do efetivo militar, serão utilizados 3 helicópteros (HM-1 Pantera, HM-2 UH-60 Black Hawk e HM-3 Eurocopter Cougar) do 4ª Batalhão de Aviação do Exército (Manaus/AM); 20 viaturas e cerca de 30 embarcações do Comando da Fronteira Amapá/34º Batalhão de Infantaria de Selva.

sábado, 21 de março de 2015

Em nota, Capitania dos Portos confirma naufrágio de barco pesqueiro no Amapá.



SelesNafes.com

NOTA À IMPRENSA

A Capitania dos Portos do Amapá (CPAP) informa que, às 09h00 do dia 21 de março, tomou conhecimento do naufrágio de uma embarcação, tipo “pesqueira”, com seis pessoas a bordo, a aproximadamente 30 Km da localidade conhecida como Ponta do Cambú, no município de Calçoene-AP.

A CPAP encaminhou para o local uma equipe de Inspeção Naval para apoiar nas buscas.

Cinco (5) pessoas foram resgatadas com vida, por embarcações locais, e estão fora de perigo.

As equipes do Corpo de Bombeiros de Calçoene-AP permanecem no local efetuando as buscas pelo naufrago, o Sr. Andrei Luiz de Souza Almeida, de 30 anos.

            A Capitania instaurou um Inquérito sobre Acidentes e Fatos da Navegação no intuito de apurar as causas do naufrágio, com prazo de conclusão em 90 (noventa) dias.

A Marinha do Brasil, por intermédio de seus SALVAMAR - Serviço de Busca e Salvamento da Marinha, distribuídos pelos seus Distritos Navais em todo o país, recebe rotineiramente várias solicitações de resgate (SAR – Search and Rescue) e sempre empenha meios, homens e recursos para o cumprimento de suas atribuições e competências constitucionais, no que tange à segurança da navegação e à salvaguarda da vida humana nas vias navegáveis.

Se liga, Você é o Capitão!”
Segurança da Navegação: Todos somos responsáveis”
             Disque Segurança da Navegação: 0800-280-7200

sexta-feira, 20 de março de 2015

Sindimar denuncia venda em massa de navios da Transpetro.

Transpetro - Romulo Almeida
ClippingNEWS-PA  O Sindicato Nacional dos Oficiais de Marinha Mercante (Sindmar) denunciou que, a pretexto de reduzir custos, a Transpetro cogita vender boa parte de sua frota. A Transpetro já chegou a ter mais de 70 navios próprios e, no momento, estaria com cerca da metade desse número. A uma consulta formal sobre a frota, a subsidiária da Petrobras informou apenas que “opera” 53 navios, sem discriminar quais são próprios ou de terceiros. De acordo com o Sindmar, a alegação para a venda de inúmeros navios é a de que isso geraria recursos à vista para o combalido sistema Petrobras/Transpetro, e o gasto posterior seria diluído, pois o aluguel (afretamento) é pago mensalmente.
O Sindmar refuta essa tese, porque os atuais navios estão envelhecidos e renderiam pouco no mercado internacional. Além disso, o afretamento é pago em dólares – que tem tendência de alta a curto e médio prazo. Alguns navios mais novos, como Cartola e Ataulfo Alves, dão lucro diário de US$ 50 mil e, portanto, não seria sábio vendê-los. Outro ponto é a corrupção. O afretamento de navios é fechado no mercado internacional, onde fica praticamente impossível se detectar se houve propina. No caso de compra de um navio no mercado interno, a operação é mais vigiada. No caso de afretamento, o montante é menor – difícil de ser apurado – mas pago ao longo do contrato, que pode durar dez anos ou mais.
A descoberta dessa intenção de venda pela Transpetro mostra que os dois programas de modernização de frota (Promefs), efetuados a partir de 2003, com a encomenda de 46 navios, dificilmente serão repetidos. Por pretensa medida de economia, a estatal foca o afretamento, como ocorreu no período de 1994/2002, no governo do PSDB, quando nenhum navio foi comprado no país pela Transpetro. Do Promef, a estatal já recebeu oito navios feitos no Brasil e, este ano, deverá chegar a 15 novos em sua frota.
Um documento do Sindmar lembra que, em 2013, o país gastou US$ 6,1 bilhões com afretamento, valor que seguramente aumentou em 2014. “Hoje a marinha mercante brasileira está restrita à navegação de cabotagem (entre os portos nacionais), sem qualquer participação significativa no longo curso, segmento dominado pelos armadores internacionais”, alerta. Para o Sindmar, o afretamento em larga escala é feito de forma simulada, com burla à legislação, alvo recente da Resolução Normativa 1/2015 da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Para o Sindmar, é “distorção que decorre da falta de uma política para o setor”.
Para Severino Almeida, presidente do Sindmar, embora a encomenda de petroleiros tenha sido positiva, não se tem notícia da construção de navios porta-contêineres, básicos para o comércio internacional. Almeida defende um Promef para a marinha mercante voltada ao comércio de bens, não apenas da área de petróleo. E conclui:
– A Marinha Mercante brasileira não pode ser vítima dos interesses da construção naval. Se a indústria naval está voltada para o setor de óleo e gás, porque é mais lucrativo, a marinha mercante nacional não pode estar subordinada a este interesse, sob o risco de desaparecer, como já está ocorrendo – disse o dirigente.
FONTE: Monitor Mercantil, via Portos e Navios

PODER NAVAL: Marinha do Brasil sofre com frota envelhecida

Como uma dez maiores economias do mundo, o Brasil tem responsabilidades internacionais e, por isso, a Marinha comanda, desde 2011, a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil, em inglês) lá mantendo permanentemente uma de suas fragatas. Para isso, em 14 de novembro de 2011 a fragata União foi a primeira a ser incorporada a essa missão de paz das Nações Unidas. O comando desta Força Naval de Paz vem sendo de um almirante brasileiro, que exerce suas atividades a bordo da fragata.
Mas a realidade é dura. As fragatas nacionais, com 35 anos de serviço, já mereceriam aposentadoria, e a União, sem muito alarde, pifou. Parte de seu sistema de propulsão parou e a fragata está inoperante. As peças sobressalentes vão ser levadas pelo navio patrulha oceânico Apa, que, até o fim do conserto, ficará no lugar da fragata.
NPaOc Apa P121
NPaOc Apa P121

O Apa é apenas a opção que sobrou. Embora novo, comprado da inglesa BAe Systems e incorporado em 2012 ao Grupamento de Patrulha Naval do Sudeste, se destina apenas ao policiamento naval, não sendo capaz de substituir uma fragata, esta dotada de mísseis, torpedos e radares de uso militar. Isso traz à tona uma parte dos problemas da Marinha agravados pela sistemática falta de orçamento. A opinião pública sabe da construção de submarinos e pensa estar tudo bem, mas a realidade é outra, pois a soberania no mar está ameaçada. Cada vez mais, o combativo pessoal dessa Força Armada continua a ter que acreditar no velho ditado: “Deus é brasileiro e tem um filho na Marinha”.
FONTE: www.monitormercantil.com.br