Este Blog é destinado a compilar ideias, pensamentos e notícias que ajudem a se saber mais a respeito da Marinha do Brasil, por iniciativa da Sociedade Amigos da Marinha, no Amapá. A Soamar-AP é composta por personalidades agraciadas com a Medalha "Amigo da Marinha", além do corpo de oficiais da ativa, da reserva e de seus sócios Beneméritos e Honorários.

Segurança da Navegação

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Marinha flagra navio com excesso de passageiros em porto do Amapá

Embarcação seguiria viagem para Belém com excedente de 100 pessoas.
Proprietário foi notificado e obrigado a conseguir um outro navio.

Abinoan SantiagoDo G1 AP
A Delegacia de Capitania dos Portos no Amapá flagrou um navio com excesso de passageiros no porto de Santana, a 17 quilômetros de Macapá. A embarcação, chamada de Ana Beatriz, tinha como destino a cidade de Belém, no Pará. Os militares da Marinha do Brasil constataram que o navio tinha 100 pessoas acima da capacidade permitida. O caso foi denunciado pelos próprios passageiros.
A embarcação tem capacidade para 740 pessoas, mas no momento da vistoria da Capitania dos Portos, o número chegava a 850, entre passageiros e tripulantes. O navio foi impedido de seguir viagem até que o excedente fosse colocado em outra embarcação, adquirida pelo proprietário.
O proprietário da embarcação foi notificado para prestar informações sobre o motivo da superlotação na Capitania dos Portos, segundo o comandante Lúcio Ribeiro.
O flagrante aconteceu momentos antes do navio deixar o porto, em Santana. Os passageiros tiveram que descer da embarcação para que a contagem fosse feita pelos militares da Marinha do Brasil.
De acordo com o comandante da Capitania dos Portos no Amapá Lúcio Ribeiro, os passageiros usaram o disk denúncia para levar o caso ao conhecimento dos militares.
“Quando houver qualquer suspeita de irregularidade, a pessoa deve ligar para Capitania. Vamos imediatamente até o local para constatar se a denúncia procede”, comentou. O número disponibilizado pela Marinha é 0800-280-7200.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Superlotação e transporte de combustível ainda são as principais irregularidades nos rios do Amapá

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Por Andreia Maciel

Durante o ano de 2014 aconteceram alguns acidentes marítimos que chocaram a população, dentre eles os casos de explosão de embarcações devido ao transporte ilegal de combustível no início do ano, pessoas flagradas conduzindo embarcações sem carteira de habilitação e o recente caso da morte de Alexander de Souza, de 10 anos, vítima de atropelamento por uma lancha no Igarapé das Pedrinhas.
O Comandante da Capitania dos Portos, Lúcio Marques concedeu entrevista ao Jornal do Dia para explicar como funciona o trabalho da corporação na tentativa de coibir tais acidentes e infrações. Garantindo assim, a segurança da população.
Jornal do Dia - Como foi o trabalho de vistoria da Capitania em 2014 e quais as principais infrações encontradas?Lúcio Marques: De janeiro a novembro deste ano vistoriamos 3.500 embarcações, ainda não fechamos o ano, mas já estamos à frente do ano passado. Em 2013 foram 3.100 embarcações fiscalizadas. Dentre as principais infrações, no caso de embarcações de esporte recreio que são aquelas utilizadas no lazer, estão a falta do uso do colete, problemas na documentação de registro da embarcação, problemas na habilitação dos condutores. Nas embarcações de linha, responsáveis pelo transporte de pessoas, verificamos a questão de superlotação, transporte irregular de combustível, entre outros.
Jornal do Dia – Qual a periodicidade das fiscalizações?Lúcio Marques: Existe um planejamento, por exemplo, no caso do esporte e recreio, não adianta realizarmos fiscalizações de segunda a sexta-feira, pois ninguém está praticando esse tipo de lazer, então programamos e focamos nos finais de semana e feriados, quando as pessoas saem com o jet ski e com a lancha.
Para as demais embarcações, nós verificamos a maré principalmente do Igarapé da Fortaleza até o Jandiá, que funcionam diretamente em função da maré e de acordo com este quesito fazemos nosso planejamento para fiscalizar tanto do dia quanto a noite.
Por exemplo, no porto do grego, não tem tanta influência da maré e procuramos estar periodicamente fiscalizando verificando as condições da embarcação, a superlotação, se a tripulação está completa, se todos estão habilitados e se a tripulação passa as instruções de emergência para os passageiros.
Jornal do Dia – Vocês recebem muitas denúncias?Lúcio Marques: recebemos menos denúncias do que gostaríamos. Utilizamos um procedimento para evitar os trotes, quando a pessoa liga, nós pegamos o número para retornarmos e confirmar a informação, até para que não deixemos de verificar algo importante para ir atrás de uma informação falsa. Mas sempre verificamos todas as denúncias realizadas. Infelizmente algumas são trotes.
Jornal do Dia – Qual o contingente designado para as fiscalizações?Lúcio Marques: Nós temos 6 militares para a equipe de inspeção naval divididas em 2 equipes, e de acordo com a demanda nós criamos equipes extras com o pessoal que não é da inspeção naval, justamente para ter uma atuação maior.
Quando nos deslocamos para municípios mais distantes de Santana e Macapá, que são os locais de atuação da equipe de inspeção naval, nós sempre enviamos equipes extras para não desfalcar a equipe de inspeção, por exemplo, quando realizamos fiscalizações no Bailique, Oiapoque, Chaves, Afuá, entre outros.
Jornal do Dia – Essa equipe é suficiente para realizar um serviço de qualidade à população?Lúcio Marques: Sim, pois trabalhamos de forma planejada, pois assim conseguimos fazer uso inteligente do material físico e pessoal disponível para a capitania e atender as demandas da população.
Jornal do Dia – Qual a realidade marítima em 2014?Lúcio Marques: Aumentamos as fiscalizações e verificamos uma melhora no uso dos itens de segurança, várias embarcações já estão utilizando esses materiais de socorro sem que a Capitania cobre. Ao realizarmos fiscalização nos portos, percebemos que as embarcações superlotadas também diminuíram, mas infelizmente quando elas saem e deslocam-se para outras localidades, entram mais pessoas e acontece a superlotação. É neste momento que entra a importância da denúncia, ficamos esperando que alguém denuncie essa prática para que possamos agir.
Quanto às explosões de barcos por abastecimento irregular de combustível que aconteceram no início do ano, após os fatos, demos um maior foco neste sentido em nosso planejamento, desde então não ocorreu nenhum caso. Nós já flagramos essa prática e multamos várias embarcações. Os proprietários e condutores estão se preocupando mais após verem que pessoas estavam morrendo. É claro que essa irregularidade ainda acontece, mas conseguimos diminuir.
Queremos oferecer um melhor serviço à população que é garantir a segurança.
Jornal do Dia – Como a corporação se sente quando essas tragédias acontecem, mesmo com todo o planejamento e ações de fiscalização? Lúcio Marques: Eu como pai fico muito triste.  No caso da morte da criança, poderia ser qualquer um de nós em uma situação como essa, mas temos consciência de que não podemos estar em todos os lugares ao mesmo tempo. Justamente quando acontecem acidentes, nos alerta para o nosso trabalho. Estamos em constante planejamento para incluir outras regiões de possível acidente, mapeamos esses locais e nos readequamos para dar maior foco nesses locais.
É importante que a população saiba que estamos sempre preocupados em prestar o melhor serviço. A população é o nosso cliente. Por isso ressaltamos a importância de sua cooperação. 
Denuncie pelo disque segurança navegação 0800 280 72 00 recebemos todas as denúncias e vamos apurar.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Comandante Lúcio posta fotos de arrepiar sobre trabalho da Marinha

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Homenagem da Marinha do Brasil ao Dia do Marinheiro

Parabéns àqueles que defendem as águas brasileiras.
Parabéns àqueles que defendem as águas brasileiras.

Após acidente fatal, fiscalização marítima será intensificada

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Por: Andréa Maciel
   Da Reportagem Jornal do Dia

A Capitania dos Portos do Amapá resolve intensificar suas ações fiscalizadoras nas áreas marítimas de Macapá e Santana. Após a morte de uma criança de 10 anos de idade, no Igarapé das Pedrinhas, no último domingo (7), duas medidas foram tomadas pela corporação. A primeira instaurou-se um inquérito administrativo para investigar o caso, e a segunda consiste em aumento da fiscalização neste local que até então não recebia tanta atenção por conter menor fluxo de banhistas.

O foco das fiscalizações da corporação é voltado para locais de balneários nos finais de semana, devido às embarcações que são utilizadas no lazer, como as lanchas. “Passávamos pelo local, mas não focávamos lá, porém agora iremos dar maior atenção, intensificaremos as inspeções e a fiscalização neste local para inibir as lanchas de passarem próximas àquela região”, salienta o comandante da Capitania dos Portos, Lúcio Marques.

A equipe de inspeção naval da Capitania dos portos apreendeu a lancha utilizada no acidente. Duas pessoas estavam no interior do veículo marítimo, o dono da embarcação, Sivaldo de Lima, de 39 anos e um menor de 14 anos. Primeiramente, Sivaldo Lima disse à polícia que o menor estava pilotando a lancha no momento do acidente, porém testemunhas alegam que o próprio dono estava no comando da mesma.

Constatou-se que ambos os tripulantes não possuem carteira de habilitação marítima e que a embarcação não possui registro na Capitania.
Um Inquérito Administrativo para Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN) está tramitando, este funcionará de forma distinta do inquérito policial que está em andamento devido à morte da criança.

Segundo Marques, a corporação tem o prazo de até 90 dias para fazer o levantamento de informações, determinar o juízo de valor do que aconteceu e encaminhar o inquérito para o Tribunal Marítimo do Rio de Janeiro. “O tribunal avaliará e poderá arquivar ou transformar o inquérito em processo. Sendo transformado em processo, uma vez chegando aos responsáveis, esse indivíduo terá como pena uma multa de até 3 mil reais”, explica.

A Capitania dos Portos garante que atualiza constantemente seu planejamento de ação.
Assim inclui novos pontos de fiscalização sempre que uma nova demanda é sinalizada e solicita a população que ajude a corporação denunciando através do Disque Segurança da Navegação, no número 0800-280-720.

Perigo nos rios: Marinha de olho nos imprudentes

Perigo nos rios: Marinha de olho nos imprudentes

Blog do Seles Nafes

O movimento nos balneários também chama atenção da Capitania dos Portos durante o mês de julho. É que nessa época aumenta o número de embarcações circulando nos rios e motos nauticas nas praias. Por conta disso a Marinha está realizando um trabalho de fiscalização para garantir a segurança de banhistas e também de passageiros de embarcações. Ao todo 40 militares em seis embarcações e duas viaturas estarão vigiando sete municípios banhados pelo rio Amazonas nos estados do Amapá e Pará.
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Nos portos a fiscalização vai se concentrar no número de passageiros para evitar a superlotação nos barcos, principalmente devido ao grande número de pessoas que se desloca para cidades que ficam nas ilhas do Pará, como Afuá e Breves. A Marinha também vai estar de olho nas embarcações que não tem equipamentos cobrindo o eixo do motor, que costumam fazer vítimas de escalpelamentos.
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A operação está baseada no balanço feito sobre as ações ocorridas em 2013 quando as principais infrações detectadas foram: tripulação com uniforme em desacordo com a Norma da Autoridade Marítima (NORMAM-21), falta de documentação, tripulação inabilitada, ingestão de bebida alcoólica e excesso de carga e passageiros.
Marinha também pede a ajuda da população que pode fazer denúncias através do Disque Segurança da Navegação, no número 0800-280-720.

Força do rio Amazonas desaba casa e ameaça mais cinco em Macapá

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A força da maré do rio Amazonas, no bairro Aturiá, na Zona Sul de Macapá, ameaça residências edificadas na orla. Pelo menos cinco famílias devem ser retiradas pela Defesa Civil Municipal por causa do risco de terem as casas destruídas pela água. Uma residência chegou a desabar após a estrutura do imóvel não suportar a pressão da maré. Três pessoas foram levadas para o complexo Macapá Criança. Não houve feridos no acidente.

Os casos de desabamentos de casas no Aturiá acontecem desde 2008, quando o muro de arrimo que protegia o local desabou. A maré consegue destruir os imóveis devido a erosão causada na região que sustenta as residências.

Travessia de balsas é paralisada por nove horas no rio Matapi

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Trabalhadores que operam as balsas que fazem a travessia de veículos sobre o rio Matapí, entre os municípios de Santana e Mazagão, paralisaram as atividades às 0h desta sexta-feira, 12, em protesto aos três meses de salários atrasados. Os balseiros dizem que na semana passada houve uma suspensão do serviço por falta de combustível nas embarcações, mas que logo o problema foi sanado.

A Secretaria de Estado dos Transportes (Setrap) foi procurada durante toda a manhã de ontem, mas sem retorno das ligações para explicar a situação. A secretária Laura Souza, titular da pasta, manteve contato com os trabalhadores nas primeiras horas da manhã, assegurando que até segunda-feira, 15, os pagamentos seriam regularizados.

Dilma inaugura no Rio estaleiro que construirá submarino nuclear

Politica 3 - Marinha
A presidente Dilma Rousseff inaugurou em Itaguaí (RJ), o prédio principal do estaleiro que será utilizado para a construção de cinco submarinos nucleares brasileiros. O projeto prevê investimentos de R$ 28 bilhões. Além da presidente, participaram da cerimônia o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão; o ministro da Defesa, Celso Amorim; o comandante da Marinha, Julio Soares de Moura Neto; o comandante do Exército, Enzo Peri; e o comandante da Aeronáutica, Juniti Saito.
A construção dos submarinos é fruto de parceria entre Brasil e França firmado em 2008, que inclui transferência de tecnologia. Além de fortalecer os investimentos na indústria militar, o projeto tem como objetivo proteger a costa marítima brasileira, especialmente nas áreas de exploração de petróleo.

O projeto, assinado pelos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Nicolas Sarkozy, prevê a produção de quatro submarinos convencionais do modelo Scorpène e um nuclear.

Segundo Dilma, o Brasil integrará um "grupo seleto" de cinco países que dominam a tecnologia de propulsão nuclear para a construção de submarinos. "Tenho certeza de que cada centavo que estamos investindo no programa valerá a pena [...] Estruturamos uma política que está permtindo ampliar os investimentos nas nossas Forças Armadas", destacou Dilma em seu discurso.

Ela também comentou que o Brasil é um país "pacífico" e que permanecerá assim, mas que isso não significa "descuidar" da proteção de suas fronteiras e deixar de investir em novas tecnologias.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Primeiro submarino construído no Brasil, Tamoio, realiza “load-in” para início do período de manutenção no Rio

Brasília, 21/11/2014 – Após 20 anos de bons serviços prestados à Marinha do Brasil, na vigilância e proteção da chamada "Amazônia Azul", área oceânica de 4,5 milhões de km² que concentra riquezas naturais, o submarino Tamoio (S-31) iniciou novo Período de Manutenção Geral (PMG).
A iniciativa, que ocorre a cada seis anos, tem como finalidade restabelecer as condições de operação de seus equipamentos e sistemas.
De acordo com o diretor do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), contra-almirante Mário Ferreira Botelho, a manutenção obedece a rigorosos critérios de qualidade, o que é essencial para garantir e resgatar a capacidade operacional do submarino.
"Durante esse período são reparados diversos sistemas mecânicos, elétricos e eletrônicos, bem como realizadas inspeções estruturais, incluindo possíveis reparos do casco resistente", explicou o almirante.
No início do processo, o submarino Tamoio foi retirado da água e levado para um galpão do AMRJ. Nesse procedimento, conhecido como load-in, o submarino "pousa" em cima de uma balsa alagada, dentro de um dique. Após a retirada da água, a balsa é suspensa, permitindo que o submarino seja movimentado e alinhado ao galpão, junto com a balsa.
Após essa etapa, a embarcação foi transportada para o interior da própria balsa por duas carretas, com importantes cálculos de engenharia, em trabalho que durou mais de quatro horas.
O Brasil é o único país do Hemisfério Sul que possui know-how para realizar load-in de submarino. Para efetuar toda a operação, profissionais da Marinha passaram por 20 dias de intenso planejamento e preparação.
Força de Submarinos
Durante o período de manutenção do Tamoio S31, permanecem em operação no patrulhamento e vigilância da costa nacional os submarinos Tupi S30, Timbira S32, Tapajo S33 e Tikuna S34.
Além dele, a Marinha irá incorporar cinco novos submarinos, atualmente em processo de desenvolvimento, como resultado de parceria entre o Brasil e a França. O acordo possibilitará a transferência de tecnologia dos modelos scorpénes.
Quatro desses submarinos são à diesel-elétricos e no Brasil receberão a nomenclatura S-BR. O quinto submarino, com propulsão nuclear, será fabricado no Estaleiro e Base Naval em Itaguaí (RJ), com tecnologia totalmente nacional.
Os cinco submarinos vão incorporar a Força de Submarinos, que completou 100 anos em 2014. 
Submarino Tamoio e a história do Brasil
Durante todo seu atual ciclo de operação, iniciado em 2005, o submarino Tamoio participou de diversas operações em toda a extensão nacional, tendo atuado na vigilância de áreas estratégicas, como as bacias petrolíferas do pré-sal.
Incorporado em 1995 à Marinha do Brasil, o Tamoio foi batizado e lançado ao mar em 1993 e, ao longo desse período, já passou por vários testes operacionais. O submarino, da Classe Tupi, tem tecnologia brasileira e projeto alemão.
 “A construção dos submarinos, Classe IKL-209 – número de série atribuído pelo fabricante ao projeto deste submarino –, no país representou a concretização de uma importante aspiração da Marinha. O desenvolvimento tecnológico mundial, assim como o relacionamento entre os países, transformaram o submarino em uma arma de fundamental relevância ao exercício do domínio no mar”, acrescentou o almirante Mário Ferreira.
Os submarinos são embarcações especializadas para operarem submersos e, por esta peculiaridade, são utilizados militarmente, também, por serem difíceis de localizar e destruir. Atualmente a Marinha possui cinco submarinos, sendo quatro da classe Tupi, com projetos de 1989, e um da classe Tikuna, com projeto de 2005. Todos possuem 1,4 mil toneladas.
Fotos: Marinha do Brasil
Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
61 3312-4071

Almirante-de-Esquadra Wilson Barbosa é novo chefe do Estado-Maior da Armada da Marinha.

sábado, 18 de outubro de 2014

Navio de Guiné é inspecionado pela Anvisa no Amapá por risco de ebola


Navio tem 38 tripulantes e teve viagem liberada pela Capitania dos Portos (Foto: Dyepeson Martins/G1)Navio tem 38 tripulantes e teve viagem liberada pela
Capitania dos Portos (Foto: Dyepeson Martins/G1)
Um navio que vinha de Guiné, na África, com destino a Santarém, no Pará, foi alvo de inspeção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) neste sábado (18). De acordo com a Marinha, a medida é preventiva, já que Guiné, Libéria e Serra Leoa vivem um surto da doença. A embarcação está sendo monitorada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e foi liberada, já que não foram encontrados indícios da doença.
  
EBOLA
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O navio Stoja,que atua com o transporte de soja, saiu de Guiné em 2 de outubro e está ancorado próximo ao distrito de Fazendinha, a 9 quilômetros de Macapá.
Ao todo, 38 tripulantes estão a bordo, segundo o comandante da Capitania dos Portos, Paulo Antônio Carlos.
“Esse navio veio de uma área de risco, então a Anvisa foi acionada para fazer a inspeção. Não há nenhum caso suspeito de ebola ou qualquer outro empecilho para a embarcação de seguir viagem”, esclareceu.
Segundo o representante do proprietário do navio, Rubem Rocha, a embarcação está seguindo “uma série de instruções” ditadas pela Anvisa e OMS.
“Não deixamos ninguém do navio sair para a terra, além de realizarmos uma série de questionários para detectar qualquer tipo de anomalia entre os tripulantes. Ele chegou em Fazendinha e passou por uma inspeção rigorosa”, ressaltou o representante, acrescentando que o navio deve seguir viagem ainda neste sábado.

Por   | Para: CBN Foz

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Dois dos três pilotos do voo 447 da Air France dormiam antes de acidente

A Air France e a Airbus serão levadas a julgamento na Justiça francesa pelo crime de homicídio involuntárioAP
Dois dos três pilotos do voo Air France 447 que caiu no Oceano Atlântico em junho de 2009 enquanto ia do Rio de Janeiro a Paris estavam dormindo até poucos minutos antes do avião se chocar contra a água e matar as 228 pessoas a bordo.
É o que emerge de uma investigação publicada na edição de outubro da revista britânica Vanity Fair.
Registros das gravações das conversas na cabine de comando mostram que David Robert, 37 anos, e Marc Dubois, 58, foram descansar e deixaram o Airbus A330 nas mãos do menos experiente dos três, Pierre-Cedric Bonin, de 32.
Neste momento, a aeronave enfrentava uma forte tempestade tropical, que acabou congelando as sondas de velocidade do avião chamadas de tubos de pitot.
Com isso, o Airbus passou a sofrer perda de sustentação, ou estol. Quando isso acontece, os pilotos devem baixar o nariz da aeronave, e não levantá-lo, como teriam feito.
Pouco mais de um minuto e meio após o problema com os tubos de pitot, Dubois finalmente entrou na cabine.
Em seguida, Robert disse: "F***, nós vamos bater! Isso não é verdade! O que está acontecendo?".
Logo depois, ou ele ou Bonin afirmou "F***, estamos mortos". Poucos segundos mais tarde, o avião atingiu o oceano. "Se o capitão [Dubois] tivesse ficado na sua posição durante a tempestade, ele teria atrasado seu cochilo em não mais do que 15 minutos, mas, por causa de sua experiência, talvez a história tivesse um final diferente", declarou à Vanity Fair o investigador-chefe do caso, Alain Bouillard.
"Mas eu não acredito que ele tenha saído por causa de fadiga. Isso era um comportamento usual, parte da cultura de pilotagem da Air France. E sua saída não estava contra as regras", acrescentou.
A Air France e a Airbus serão levadas a julgamento na Justiça francesa pelo crime de homicídio involuntário. 

sábado, 27 de setembro de 2014

Saiba mais sobre a "Amazônia Azul" que a Marinha protege


Nossa Amazônia Azul.


A Amazônia Azul ou território marítimo brasileiro é a zona econômica exclusiva (ZEE) do Brasil, cuja área corresponde a aproximadamente 3,6 milhões de quilômetros quadrados - equivalente à superfície da floresta Amazônica. A área poderá ser ampliada para 4,4 milhões de quilômetros quadrados em face da reivindicação brasileira perante a Comissão de Limites das Nações Unidas. É proposto prolongar a plataforma continental do Brasil em 900 mil quilômetros quadrados de solo e subsolo marinhos, que o país poderá explorar.1 Com o prolongamento, a zona passará a ser mais contígua, incluindo as áreas dos arquipélagos brasileiros no Atlântico Sul.

Esta região possui muitas riquezas e potencial de uso econômico de diversos tipos:

    - pesca, devido à enorme diversidade de espécies marítimas que residem nesta região.
    - minerais metálicos e outros recursos minerais no subsolo marinho;
    - enorme biodiversidade de espécies marítimas que residem nesta região.
    - petróleo, como o encontrado na Bacia de Campos e no pré-sal (Bacia de Campos, Bacia de Santos e Bacia do Espírito Santo - a prospecção nestas áreas já corresponde a dois milhões de barris de petróleo por dia, 90% da atual produção brasileira);
   - aproveitamento de energia maremotriz e energia eólica em alto-mar ou offshore.


História

Com a entrada em vigor da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUD) em 1995, e de acordo com as suas disposições, pelas quais rochedos sem ocupação humana permanente não dão direito ao estabelecimento de uma Zona Econômica Exclusiva, visando explorar, conservar e gerir os recursos da região, o Brasil - que já ocupava o arquipélago de Trindade e Martim Vaz, passou a ocupar também o arquipélago de São Pedro e São Paulo. Esta decisão elevou-os à condição de arquipélago, permitindo ao país ampliar a sua ZEE em 450 mil quilômetros quadrados, uma superfície equivalente ao estado brasileiro da Bahia.

Família Schürmann parte de Itajaí para a Expedição Oriente

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Começou a mais nova aventura marítima da Família Schürmann, a Expedição Oriente. No domingo (21), aconteceu a cerimônia de saída dos velejadores, na Vila da Regata, em Itajaí. A bordo do veleiro Kat, a previsão é de que os Schürmann tenham a primeira parada após uma semana, em Punta Del Este, no Uruguai. Para marcar a saída dos aventureiros, todos os preparativos estão sendo organizados, com destaque para um Festival Chinês. Isso porque a Família vai fazer parte de uma aventura inédita pelo Oriente para tentar desvendar esse que é um dos maiores mistérios da história das navegações.
Teriam os chineses descoberto a América 71 anos antes de Cristóvão Colombo? Em busca da verdade por trás desta teoria, onde os Chineses defendem que uma expedição comandada pelo almirante Zheng He, a mando do Imperador Zhu Di, da Dinastia Ming, teria sido a primeira a navegação ao globo, a Família Schurmann se prepara para sua terceira expedição ao redor do mundo, refazendo os caminhos que teriam trazido os chineses à América em 1421 e procurando respostas que podem estar escondidas no oriente há quase 600 anos. Depois de 30 anos da primeira volta ao mundo da família a bordo de um veleiro, eles retornam ao mar para terceira Volta ao mundo.
O veleiro Kat foi projetado e construído especialmente para a Expedição Oriente. Tendo como ponto de partida Itajaí, a família irá percorrer mais de 30 mil milhas náuticas divididas entre mais de 40 trechos marítimos e passando por cinco continentes. No roteiro estão: Argentina, Chile e Uruguai, na América do Sul; Austrália, Nova Zelândia e Papua Nova Guiné, na Oceania; China, Indonésia, Japão, Singapura e Vietnã, na Ásia; e África do Sul, Madagascar e Maurício, na África, além de passar pela Antártica e dezenas de outras localidades, antes de seu retorno ao Brasil, programado para dezembro de 2016. Toda a aventura será transmitida em tempo real.
Apesar de a previsão ser de sol com poucas nuvens no domingo, se chover vai haver a cerimônia com Festival Chinês mesmo
A embarcação é o maior veleiro de aço já construído no Brasil. Com tecnologia de ponta e foco na sustentabilidade ele possui 80 pés de comprimento e 6,65 metros de largura, quilha retrátil de 18,5 toneladas e peso total de cerca de 67 toneladas. Também será o primeiro veleiro do país com quilha retrátil, o que vai permitir que o barco navegue em baias com pouca profundidade, e ao mesmo tempo encare condições extremas de navegação como na Antártica.
Todos os testes foram realizados no velereiro Kat que, foi construído e equipado, de modo a não causar impacto ambiental negativo com sistemas de reciclagem e fontes de energia limpa. O intuito da utilização dessas formas de energias renováveis é pensando unicamente na preservação ambiental. Tiveram no veleiro dois profissionais da CE (Conselho Europeu) para certificar o veleiro. Os teste dos motores, teste de estabilidade e das velas foram realizados dos dias 8 ao dia 14 de setembro.
A preparação no veleiro Kat se fez com muita antecedência, desde a verificação das mangueiras de água e óleo hidráulico com sua braçadeiras, verificação das baterias, verificação de peças sobressalentes para motor. Todos equipamentos de transmissão por satélite de comunicação, sistema de combate a incêndio, sistema de tratamento de água enfim, tudo é checado para ver se está tudo em ordem. A equipe irá saber da previsão do tempo de várias fontes como: brasileiras, americanas e europeias. A previsão exata só será conhecida quatro dias antes da saída.

1ª parte da viagem será pela América do sul e Antártica:
Punta Del Este _ Uruguai
Buenos Aires Argentina
Mar de Plata Argentina
Puerto Madryn Argentina
Ushia Argentina
Antártica
Puerto Willians Chile
Puerto Mont Chile
Ilha de Juan Fernandez Chile
Ilha de Páscoa Chile
Destino

Conheça o perfil da Família Schürmann

Vilfredo Schürmann
Economista graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina, Vilfredo Schürmann foi consultor financeiro de grandes corporações brasileiras, tais como Ceval (hoje, Bunge), Weg AS e outras.
Aos 35 anos de idade, trocou uma carreira bem-sucedida e a vida em terra firme pelo prazer de desfrutar momentos de aventura junto com sua família, navegando pelo mundo em um veleiro. Capitão das expedições da Família Schürmann, liderou e coordenou as duas expedições de volta ao mundo no mar e foi condecorado com a Medalha do Mérito Naval da Marinha do Brasil em junho de 2012.
Vilfredo foi produtor do documentário “Em Busca do Sonho”, da série “Magalhães Global Adventure”, para a Rede Globo de Televisão, e do longa-metragem “O Mundo em Duas Voltas”. É palestrante, presidente da Schurmann Produções Cinematográficas e responsável pelos projetos educacionais do Instituto Kat Schürmann.

Heloisa Schürmann
Graduada Professora de Inglês pela New York University com especialização na área de Pedagogia, Heloísa Schürmann educou os quatro filhos nas duas expedições de volta ao mundo da Família Schürmann.
Pesquisadora, é responsável pelo conteúdo dos projetos globais e autora dos diários de bordo nas viagens. Heloisa é escritora, autora de três best sellers nacionais e publicou recentemente o livro “Pequeno Segredo”.
Desenvolveu o Programa Pedagógico da expedição Magalhães Global Adventure, intitulado “Educação na Aventura”, que foi acompanhado por mais de 2 milhões de alunos no Brasil e nos Estados Unidos. Além de palestrante, é responsável pelo núcleo de dramaturgia da produtora e pelo conteúdo digital da Família Schürmann.
Pierre Schürmann
Pierre Schürmann partiu do Brasil com sua família aos 15 anos de idade na circum-navegação “10 Anos no Mar”. Desembarcou nos Estados Unidos para estudar na universidade e, em terra firme, começou sua carreira como corretor no Smith Barney.
Em 1994, retornou ao Brasil para trabalhar na estruturação do projeto Magalhães Global Adventure. Iniciou uma carreira empreendedora independente em 1997, que o levou a criar e vender três empresas: Zeek!, Ideia.com e Experience Club.
Atualmente, é investidor em diversas empresas de tecnologia através da NoveCo Participações e CEO da BPG Shop. Embora tenha um foco grande em negócios, sempre buscou equilíbrio de vida e hoje compartilha suas experiências em seu blog “Caminho Zen”, publicado no site da revista IstoÉ.

David schürmann
Cineasta formado na Nova Zelândia, iniciou sua carreira internacional aos 19 anos de idade como diretor de programa de televisão daquele pais, onde viveu por 6 anos.
Dirigiu filmes longa-metragens, séries para TV e filmes publicitários, conquistando prêmios no Brasil e no exterior. Suas produções já o levaram a filmar em mais de 40 países. Além de sua atuação na área cinematográfica, é o CEO das empresas da Família Schurmann e responsável pelo planejamento e desenvolvimento da Expedição Oriente.
Palestrante há 10 anos, David compartilha de forma dinâmica os aprendizados e as experiências vividas durante as expedições com sua família e a vivência como cineasta adquirida em sua carreira profissional.

Whihelm Schürmann
Aos 7 anos, Wilhelm Schürmann embarcou com sua família para navegar ao redor do mundo. Ele viveu 10 anos no veleiro, onde estudou por correspondência, aprendeu 3 idiomas fluentemente, conheceu mais de 42 países e teve aventuras inesquecíveis.
Aos 10 anos, aprendeu a velejar de windsurfe e – apaixonado pelo esporte – tornou-se atleta profissional, participando de competições em diversos países. Unindo talento e dedicação, se destacou no cenário nacional e internacional, sendo reconhecido como um dos maiores nomes no esporte do windsurfe no Brasil e no mundo em diferentes classes, como Formula Slalom, Wave, Speed e Longa Distância.
Wilhelm conquistou mais de 180 medalhas e troféus nacionais e internacionais em mais de 200 campeonatos, participando de mais de mil regatas. Na Expedição Oriente, será o imediato a bordo do veleiro Kat, onde esta há 6 meses trabalhando e prestando assessoria em todas as fases da construção do barco.

Kat Schurmann
Kat Schürmann nasceu em 1992 na Nova Zelândia. Aos 3 anos, tornou-se a mais jovem marinheira ao ser adotada pela Família Schürmann. Participou da Magalhães Global Adventure dos 5 aos 8 anos, navegando ao redor do mundo e conhecendo 19 países.
Fluente em inglês e português, estudou por correspondência pelo método americano de ensino da Calvert School. Corajosa marinheira, Kat praticou diversas modalidades de aventuras: desceu rios em rafting, subiu montanhas e vulcões, nadou com os golfinhos e mergulhou em Fernando de Noronha. Sempre alegre e brincalhona, era uma determinada defensora do meio ambiente.
Kat faleceu em 29 de maio de 2006, aos 13 anos de idade, devido a complicações decorrentes do vírus HIV, do qual era portadora desde seu nascimento. A pequena e amada marinheira está simbolicamente presente na Expedição Oriente no nome do veleiro Kat, batizado em sua homenagem.

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,familia-schurmann-fara-expedicao-de-50-mil-quilometros-pelo-oriente,1559138

Colunista do Diário do Amapá registra operação Águas Seguras



Marinha
O  próprio comandante do Serviço de Patrulhamento Naval do Norte, Capitão-de-Mar e Guerra Jackson Sales da Silva veio a Macapá liderar seus comandados por ocasião da Operação Águas Seguras. Na foto, ele em frente ao Navio Patrulha Bracuí, atracado na Capitania.

Capitania dos Portos quer evitar tragédia de 2013 que deixou 18 mortos

capa-amapa
A Capitania dos Portos do Amapá confirmou, ontem, que 7 embarcações já foram apreendidas durante a “Operação Águas Seguras”, que é deflagrada em todo o estado com o uso de navios-patrulha do 4º Distrito Naval. De acordo com o comando da Capitania dos Portos, o objetivo é incrementar a segurança do tráfego aquaviário, reduzindo ao máximo as ações que possam acarretar em acidentes.

De acordo com nota encaminhada pela assessoria da Capitania dos Portos no Amapá, desde o dia 16 de setembro, quando iniciou a operação, 682 embarcações foram interceptadas, sendo que 25 delas foram notificadas. No caso das sete apreensões, o fato se deu pela falta de documentação, utilização de coletes fora do prazo de validade, e até a falta deles, além de outras infrações.

Na madrugada de ontem, uma embarcação que vinha do Pará teve o casco rompido parcialmente. Mais de 100 pessoas estariam a bordo. A água cobriu parte do motor que parou no meio da baia em frente à Macapá. Havia muitas crianças e idosos dentro da embarcação. O acidente teria ocorrido por volta de 1h da madrugada. Somente uma hora depois é que outra embarcação fez o resgate dos passageiros. O caso será apurado pela Marinha.

Comandante Lúcio posta em rede social trabalho da Capitania

Inspeção Naval

Equipe Capitania atuando.