Este Blog é destinado a compilar ideias, pensamentos e notícias que ajudem a se saber mais a respeito da Marinha do Brasil, por iniciativa da Sociedade Amigos da Marinha, no Amapá. A Soamar-AP é composta por personalidades agraciadas com a Medalha "Amigo da Marinha", além do corpo de oficiais da ativa, da reserva e de seus sócios Beneméritos e Honorários.

Segurança da Navegação

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Primeiro submarino construído no Brasil, Tamoio, realiza “load-in” para início do período de manutenção no Rio

Brasília, 21/11/2014 – Após 20 anos de bons serviços prestados à Marinha do Brasil, na vigilância e proteção da chamada "Amazônia Azul", área oceânica de 4,5 milhões de km² que concentra riquezas naturais, o submarino Tamoio (S-31) iniciou novo Período de Manutenção Geral (PMG).
A iniciativa, que ocorre a cada seis anos, tem como finalidade restabelecer as condições de operação de seus equipamentos e sistemas.
De acordo com o diretor do Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ), contra-almirante Mário Ferreira Botelho, a manutenção obedece a rigorosos critérios de qualidade, o que é essencial para garantir e resgatar a capacidade operacional do submarino.
"Durante esse período são reparados diversos sistemas mecânicos, elétricos e eletrônicos, bem como realizadas inspeções estruturais, incluindo possíveis reparos do casco resistente", explicou o almirante.
No início do processo, o submarino Tamoio foi retirado da água e levado para um galpão do AMRJ. Nesse procedimento, conhecido como load-in, o submarino "pousa" em cima de uma balsa alagada, dentro de um dique. Após a retirada da água, a balsa é suspensa, permitindo que o submarino seja movimentado e alinhado ao galpão, junto com a balsa.
Após essa etapa, a embarcação foi transportada para o interior da própria balsa por duas carretas, com importantes cálculos de engenharia, em trabalho que durou mais de quatro horas.
O Brasil é o único país do Hemisfério Sul que possui know-how para realizar load-in de submarino. Para efetuar toda a operação, profissionais da Marinha passaram por 20 dias de intenso planejamento e preparação.
Força de Submarinos
Durante o período de manutenção do Tamoio S31, permanecem em operação no patrulhamento e vigilância da costa nacional os submarinos Tupi S30, Timbira S32, Tapajo S33 e Tikuna S34.
Além dele, a Marinha irá incorporar cinco novos submarinos, atualmente em processo de desenvolvimento, como resultado de parceria entre o Brasil e a França. O acordo possibilitará a transferência de tecnologia dos modelos scorpénes.
Quatro desses submarinos são à diesel-elétricos e no Brasil receberão a nomenclatura S-BR. O quinto submarino, com propulsão nuclear, será fabricado no Estaleiro e Base Naval em Itaguaí (RJ), com tecnologia totalmente nacional.
Os cinco submarinos vão incorporar a Força de Submarinos, que completou 100 anos em 2014. 
Submarino Tamoio e a história do Brasil
Durante todo seu atual ciclo de operação, iniciado em 2005, o submarino Tamoio participou de diversas operações em toda a extensão nacional, tendo atuado na vigilância de áreas estratégicas, como as bacias petrolíferas do pré-sal.
Incorporado em 1995 à Marinha do Brasil, o Tamoio foi batizado e lançado ao mar em 1993 e, ao longo desse período, já passou por vários testes operacionais. O submarino, da Classe Tupi, tem tecnologia brasileira e projeto alemão.
 “A construção dos submarinos, Classe IKL-209 – número de série atribuído pelo fabricante ao projeto deste submarino –, no país representou a concretização de uma importante aspiração da Marinha. O desenvolvimento tecnológico mundial, assim como o relacionamento entre os países, transformaram o submarino em uma arma de fundamental relevância ao exercício do domínio no mar”, acrescentou o almirante Mário Ferreira.
Os submarinos são embarcações especializadas para operarem submersos e, por esta peculiaridade, são utilizados militarmente, também, por serem difíceis de localizar e destruir. Atualmente a Marinha possui cinco submarinos, sendo quatro da classe Tupi, com projetos de 1989, e um da classe Tikuna, com projeto de 2005. Todos possuem 1,4 mil toneladas.
Fotos: Marinha do Brasil
Assessoria de Comunicação
Ministério da Defesa
61 3312-4071

Almirante-de-Esquadra Wilson Barbosa é novo chefe do Estado-Maior da Armada da Marinha.

sábado, 18 de outubro de 2014

Navio de Guiné é inspecionado pela Anvisa no Amapá por risco de ebola


Navio tem 38 tripulantes e teve viagem liberada pela Capitania dos Portos (Foto: Dyepeson Martins/G1)Navio tem 38 tripulantes e teve viagem liberada pela
Capitania dos Portos (Foto: Dyepeson Martins/G1)
Um navio que vinha de Guiné, na África, com destino a Santarém, no Pará, foi alvo de inspeção da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) neste sábado (18). De acordo com a Marinha, a medida é preventiva, já que Guiné, Libéria e Serra Leoa vivem um surto da doença. A embarcação está sendo monitorada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e foi liberada, já que não foram encontrados indícios da doença.
  
EBOLA
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O navio Stoja,que atua com o transporte de soja, saiu de Guiné em 2 de outubro e está ancorado próximo ao distrito de Fazendinha, a 9 quilômetros de Macapá.
Ao todo, 38 tripulantes estão a bordo, segundo o comandante da Capitania dos Portos, Paulo Antônio Carlos.
“Esse navio veio de uma área de risco, então a Anvisa foi acionada para fazer a inspeção. Não há nenhum caso suspeito de ebola ou qualquer outro empecilho para a embarcação de seguir viagem”, esclareceu.
Segundo o representante do proprietário do navio, Rubem Rocha, a embarcação está seguindo “uma série de instruções” ditadas pela Anvisa e OMS.
“Não deixamos ninguém do navio sair para a terra, além de realizarmos uma série de questionários para detectar qualquer tipo de anomalia entre os tripulantes. Ele chegou em Fazendinha e passou por uma inspeção rigorosa”, ressaltou o representante, acrescentando que o navio deve seguir viagem ainda neste sábado.

Por   | Para: CBN Foz

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Dois dos três pilotos do voo 447 da Air France dormiam antes de acidente

A Air France e a Airbus serão levadas a julgamento na Justiça francesa pelo crime de homicídio involuntárioAP
Dois dos três pilotos do voo Air France 447 que caiu no Oceano Atlântico em junho de 2009 enquanto ia do Rio de Janeiro a Paris estavam dormindo até poucos minutos antes do avião se chocar contra a água e matar as 228 pessoas a bordo.
É o que emerge de uma investigação publicada na edição de outubro da revista britânica Vanity Fair.
Registros das gravações das conversas na cabine de comando mostram que David Robert, 37 anos, e Marc Dubois, 58, foram descansar e deixaram o Airbus A330 nas mãos do menos experiente dos três, Pierre-Cedric Bonin, de 32.
Neste momento, a aeronave enfrentava uma forte tempestade tropical, que acabou congelando as sondas de velocidade do avião chamadas de tubos de pitot.
Com isso, o Airbus passou a sofrer perda de sustentação, ou estol. Quando isso acontece, os pilotos devem baixar o nariz da aeronave, e não levantá-lo, como teriam feito.
Pouco mais de um minuto e meio após o problema com os tubos de pitot, Dubois finalmente entrou na cabine.
Em seguida, Robert disse: "F***, nós vamos bater! Isso não é verdade! O que está acontecendo?".
Logo depois, ou ele ou Bonin afirmou "F***, estamos mortos". Poucos segundos mais tarde, o avião atingiu o oceano. "Se o capitão [Dubois] tivesse ficado na sua posição durante a tempestade, ele teria atrasado seu cochilo em não mais do que 15 minutos, mas, por causa de sua experiência, talvez a história tivesse um final diferente", declarou à Vanity Fair o investigador-chefe do caso, Alain Bouillard.
"Mas eu não acredito que ele tenha saído por causa de fadiga. Isso era um comportamento usual, parte da cultura de pilotagem da Air France. E sua saída não estava contra as regras", acrescentou.
A Air France e a Airbus serão levadas a julgamento na Justiça francesa pelo crime de homicídio involuntário. 

sábado, 27 de setembro de 2014

Saiba mais sobre a "Amazônia Azul" que a Marinha protege


Nossa Amazônia Azul.


A Amazônia Azul ou território marítimo brasileiro é a zona econômica exclusiva (ZEE) do Brasil, cuja área corresponde a aproximadamente 3,6 milhões de quilômetros quadrados - equivalente à superfície da floresta Amazônica. A área poderá ser ampliada para 4,4 milhões de quilômetros quadrados em face da reivindicação brasileira perante a Comissão de Limites das Nações Unidas. É proposto prolongar a plataforma continental do Brasil em 900 mil quilômetros quadrados de solo e subsolo marinhos, que o país poderá explorar.1 Com o prolongamento, a zona passará a ser mais contígua, incluindo as áreas dos arquipélagos brasileiros no Atlântico Sul.

Esta região possui muitas riquezas e potencial de uso econômico de diversos tipos:

    - pesca, devido à enorme diversidade de espécies marítimas que residem nesta região.
    - minerais metálicos e outros recursos minerais no subsolo marinho;
    - enorme biodiversidade de espécies marítimas que residem nesta região.
    - petróleo, como o encontrado na Bacia de Campos e no pré-sal (Bacia de Campos, Bacia de Santos e Bacia do Espírito Santo - a prospecção nestas áreas já corresponde a dois milhões de barris de petróleo por dia, 90% da atual produção brasileira);
   - aproveitamento de energia maremotriz e energia eólica em alto-mar ou offshore.


História

Com a entrada em vigor da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar (CNUD) em 1995, e de acordo com as suas disposições, pelas quais rochedos sem ocupação humana permanente não dão direito ao estabelecimento de uma Zona Econômica Exclusiva, visando explorar, conservar e gerir os recursos da região, o Brasil - que já ocupava o arquipélago de Trindade e Martim Vaz, passou a ocupar também o arquipélago de São Pedro e São Paulo. Esta decisão elevou-os à condição de arquipélago, permitindo ao país ampliar a sua ZEE em 450 mil quilômetros quadrados, uma superfície equivalente ao estado brasileiro da Bahia.

Família Schürmann parte de Itajaí para a Expedição Oriente

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:

Começou a mais nova aventura marítima da Família Schürmann, a Expedição Oriente. No domingo (21), aconteceu a cerimônia de saída dos velejadores, na Vila da Regata, em Itajaí. A bordo do veleiro Kat, a previsão é de que os Schürmann tenham a primeira parada após uma semana, em Punta Del Este, no Uruguai. Para marcar a saída dos aventureiros, todos os preparativos estão sendo organizados, com destaque para um Festival Chinês. Isso porque a Família vai fazer parte de uma aventura inédita pelo Oriente para tentar desvendar esse que é um dos maiores mistérios da história das navegações.
Teriam os chineses descoberto a América 71 anos antes de Cristóvão Colombo? Em busca da verdade por trás desta teoria, onde os Chineses defendem que uma expedição comandada pelo almirante Zheng He, a mando do Imperador Zhu Di, da Dinastia Ming, teria sido a primeira a navegação ao globo, a Família Schurmann se prepara para sua terceira expedição ao redor do mundo, refazendo os caminhos que teriam trazido os chineses à América em 1421 e procurando respostas que podem estar escondidas no oriente há quase 600 anos. Depois de 30 anos da primeira volta ao mundo da família a bordo de um veleiro, eles retornam ao mar para terceira Volta ao mundo.
O veleiro Kat foi projetado e construído especialmente para a Expedição Oriente. Tendo como ponto de partida Itajaí, a família irá percorrer mais de 30 mil milhas náuticas divididas entre mais de 40 trechos marítimos e passando por cinco continentes. No roteiro estão: Argentina, Chile e Uruguai, na América do Sul; Austrália, Nova Zelândia e Papua Nova Guiné, na Oceania; China, Indonésia, Japão, Singapura e Vietnã, na Ásia; e África do Sul, Madagascar e Maurício, na África, além de passar pela Antártica e dezenas de outras localidades, antes de seu retorno ao Brasil, programado para dezembro de 2016. Toda a aventura será transmitida em tempo real.
Apesar de a previsão ser de sol com poucas nuvens no domingo, se chover vai haver a cerimônia com Festival Chinês mesmo
A embarcação é o maior veleiro de aço já construído no Brasil. Com tecnologia de ponta e foco na sustentabilidade ele possui 80 pés de comprimento e 6,65 metros de largura, quilha retrátil de 18,5 toneladas e peso total de cerca de 67 toneladas. Também será o primeiro veleiro do país com quilha retrátil, o que vai permitir que o barco navegue em baias com pouca profundidade, e ao mesmo tempo encare condições extremas de navegação como na Antártica.
Todos os testes foram realizados no velereiro Kat que, foi construído e equipado, de modo a não causar impacto ambiental negativo com sistemas de reciclagem e fontes de energia limpa. O intuito da utilização dessas formas de energias renováveis é pensando unicamente na preservação ambiental. Tiveram no veleiro dois profissionais da CE (Conselho Europeu) para certificar o veleiro. Os teste dos motores, teste de estabilidade e das velas foram realizados dos dias 8 ao dia 14 de setembro.
A preparação no veleiro Kat se fez com muita antecedência, desde a verificação das mangueiras de água e óleo hidráulico com sua braçadeiras, verificação das baterias, verificação de peças sobressalentes para motor. Todos equipamentos de transmissão por satélite de comunicação, sistema de combate a incêndio, sistema de tratamento de água enfim, tudo é checado para ver se está tudo em ordem. A equipe irá saber da previsão do tempo de várias fontes como: brasileiras, americanas e europeias. A previsão exata só será conhecida quatro dias antes da saída.

1ª parte da viagem será pela América do sul e Antártica:
Punta Del Este _ Uruguai
Buenos Aires Argentina
Mar de Plata Argentina
Puerto Madryn Argentina
Ushia Argentina
Antártica
Puerto Willians Chile
Puerto Mont Chile
Ilha de Juan Fernandez Chile
Ilha de Páscoa Chile
Destino

Conheça o perfil da Família Schürmann

Vilfredo Schürmann
Economista graduado pela Universidade Federal de Santa Catarina, Vilfredo Schürmann foi consultor financeiro de grandes corporações brasileiras, tais como Ceval (hoje, Bunge), Weg AS e outras.
Aos 35 anos de idade, trocou uma carreira bem-sucedida e a vida em terra firme pelo prazer de desfrutar momentos de aventura junto com sua família, navegando pelo mundo em um veleiro. Capitão das expedições da Família Schürmann, liderou e coordenou as duas expedições de volta ao mundo no mar e foi condecorado com a Medalha do Mérito Naval da Marinha do Brasil em junho de 2012.
Vilfredo foi produtor do documentário “Em Busca do Sonho”, da série “Magalhães Global Adventure”, para a Rede Globo de Televisão, e do longa-metragem “O Mundo em Duas Voltas”. É palestrante, presidente da Schurmann Produções Cinematográficas e responsável pelos projetos educacionais do Instituto Kat Schürmann.

Heloisa Schürmann
Graduada Professora de Inglês pela New York University com especialização na área de Pedagogia, Heloísa Schürmann educou os quatro filhos nas duas expedições de volta ao mundo da Família Schürmann.
Pesquisadora, é responsável pelo conteúdo dos projetos globais e autora dos diários de bordo nas viagens. Heloisa é escritora, autora de três best sellers nacionais e publicou recentemente o livro “Pequeno Segredo”.
Desenvolveu o Programa Pedagógico da expedição Magalhães Global Adventure, intitulado “Educação na Aventura”, que foi acompanhado por mais de 2 milhões de alunos no Brasil e nos Estados Unidos. Além de palestrante, é responsável pelo núcleo de dramaturgia da produtora e pelo conteúdo digital da Família Schürmann.
Pierre Schürmann
Pierre Schürmann partiu do Brasil com sua família aos 15 anos de idade na circum-navegação “10 Anos no Mar”. Desembarcou nos Estados Unidos para estudar na universidade e, em terra firme, começou sua carreira como corretor no Smith Barney.
Em 1994, retornou ao Brasil para trabalhar na estruturação do projeto Magalhães Global Adventure. Iniciou uma carreira empreendedora independente em 1997, que o levou a criar e vender três empresas: Zeek!, Ideia.com e Experience Club.
Atualmente, é investidor em diversas empresas de tecnologia através da NoveCo Participações e CEO da BPG Shop. Embora tenha um foco grande em negócios, sempre buscou equilíbrio de vida e hoje compartilha suas experiências em seu blog “Caminho Zen”, publicado no site da revista IstoÉ.

David schürmann
Cineasta formado na Nova Zelândia, iniciou sua carreira internacional aos 19 anos de idade como diretor de programa de televisão daquele pais, onde viveu por 6 anos.
Dirigiu filmes longa-metragens, séries para TV e filmes publicitários, conquistando prêmios no Brasil e no exterior. Suas produções já o levaram a filmar em mais de 40 países. Além de sua atuação na área cinematográfica, é o CEO das empresas da Família Schurmann e responsável pelo planejamento e desenvolvimento da Expedição Oriente.
Palestrante há 10 anos, David compartilha de forma dinâmica os aprendizados e as experiências vividas durante as expedições com sua família e a vivência como cineasta adquirida em sua carreira profissional.

Whihelm Schürmann
Aos 7 anos, Wilhelm Schürmann embarcou com sua família para navegar ao redor do mundo. Ele viveu 10 anos no veleiro, onde estudou por correspondência, aprendeu 3 idiomas fluentemente, conheceu mais de 42 países e teve aventuras inesquecíveis.
Aos 10 anos, aprendeu a velejar de windsurfe e – apaixonado pelo esporte – tornou-se atleta profissional, participando de competições em diversos países. Unindo talento e dedicação, se destacou no cenário nacional e internacional, sendo reconhecido como um dos maiores nomes no esporte do windsurfe no Brasil e no mundo em diferentes classes, como Formula Slalom, Wave, Speed e Longa Distância.
Wilhelm conquistou mais de 180 medalhas e troféus nacionais e internacionais em mais de 200 campeonatos, participando de mais de mil regatas. Na Expedição Oriente, será o imediato a bordo do veleiro Kat, onde esta há 6 meses trabalhando e prestando assessoria em todas as fases da construção do barco.

Kat Schurmann
Kat Schürmann nasceu em 1992 na Nova Zelândia. Aos 3 anos, tornou-se a mais jovem marinheira ao ser adotada pela Família Schürmann. Participou da Magalhães Global Adventure dos 5 aos 8 anos, navegando ao redor do mundo e conhecendo 19 países.
Fluente em inglês e português, estudou por correspondência pelo método americano de ensino da Calvert School. Corajosa marinheira, Kat praticou diversas modalidades de aventuras: desceu rios em rafting, subiu montanhas e vulcões, nadou com os golfinhos e mergulhou em Fernando de Noronha. Sempre alegre e brincalhona, era uma determinada defensora do meio ambiente.
Kat faleceu em 29 de maio de 2006, aos 13 anos de idade, devido a complicações decorrentes do vírus HIV, do qual era portadora desde seu nascimento. A pequena e amada marinheira está simbolicamente presente na Expedição Oriente no nome do veleiro Kat, batizado em sua homenagem.

http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,familia-schurmann-fara-expedicao-de-50-mil-quilometros-pelo-oriente,1559138

Colunista do Diário do Amapá registra operação Águas Seguras



Marinha
O  próprio comandante do Serviço de Patrulhamento Naval do Norte, Capitão-de-Mar e Guerra Jackson Sales da Silva veio a Macapá liderar seus comandados por ocasião da Operação Águas Seguras. Na foto, ele em frente ao Navio Patrulha Bracuí, atracado na Capitania.

Capitania dos Portos quer evitar tragédia de 2013 que deixou 18 mortos

capa-amapa
A Capitania dos Portos do Amapá confirmou, ontem, que 7 embarcações já foram apreendidas durante a “Operação Águas Seguras”, que é deflagrada em todo o estado com o uso de navios-patrulha do 4º Distrito Naval. De acordo com o comando da Capitania dos Portos, o objetivo é incrementar a segurança do tráfego aquaviário, reduzindo ao máximo as ações que possam acarretar em acidentes.

De acordo com nota encaminhada pela assessoria da Capitania dos Portos no Amapá, desde o dia 16 de setembro, quando iniciou a operação, 682 embarcações foram interceptadas, sendo que 25 delas foram notificadas. No caso das sete apreensões, o fato se deu pela falta de documentação, utilização de coletes fora do prazo de validade, e até a falta deles, além de outras infrações.

Na madrugada de ontem, uma embarcação que vinha do Pará teve o casco rompido parcialmente. Mais de 100 pessoas estariam a bordo. A água cobriu parte do motor que parou no meio da baia em frente à Macapá. Havia muitas crianças e idosos dentro da embarcação. O acidente teria ocorrido por volta de 1h da madrugada. Somente uma hora depois é que outra embarcação fez o resgate dos passageiros. O caso será apurado pela Marinha.

Comandante Lúcio posta em rede social trabalho da Capitania

Inspeção Naval

Equipe Capitania atuando.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Rebocador de Alto-Mar “Tridente” realiza exercício de reboque com o Submarino “Timbira”

Militares do RbAM “Tridente” utilizando EPI-NBQR durante a faina de reboque

Militares do RbAM “Tridente” utilizando EPI-NBQR durante a faina de reboque
Nos dias 11 e 15 de julho, o Rebocador de Alto-Mar (RbAM) “Tridente” realizou exercícios de reboque, com o Submarino “Timbira”, da classe “Tupi”, na Baía de Guanabara, com o propósito de preparar o meio para  cumprir as tarefas decorrentes da Carta de Instrução ESPADARTE-II, por ocasião da visita de Submarinos Nucleares da França, Reino Unido e Estados Unidos da América recebidos durante as comemorações do Centenário da Força de Submarinos.
O exercício contou com a assessoria da Divisão de Socorro e Salvamento do Centro de Adestramento Almirante Marques de Leão (CAAML) para a condução do exercício, uma vez que seria utilizado um método inédito de reboque para essa classe de submarinos, incluindo o reboque com o uso de EPI-NBQR (Equipamento de Proteção individual - NBQR). Apoiado também pelo Núcleo de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (NBQR) do CAAML, a tripulação teve instruções sobre o EPI-NBQR e, também, foi instruída quanto a dificuldade do uso do equipamento, associado aos procedimentos das fainas marinheiras exigidas pela faina de reboque propriamente dita.
A realização deste exercício conjunto é um marco para a possível mudança de doutrina no que tange à faina de reboque de submarinos na Marinha do Brasil (MB). O método utilizado foi inédito e, possivelmente, poderá vir a ser incluído no Manual de Socorro e Salvamento da MB - CAAML 1211.

Já viu um navio novo sendo lançado ao mar? Veja alguns exemplos.


quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Comando Militar do Norte assina contratos para a construção da Brigada da Foz do Amazonas em Macapá

O general Ferreira (ao centro) no momento da assinatura dos contratos com as construtoras
Belém (PA) – No dia 19 de agosto, o Comando Militar do Norte (CMN) assinou os contratos com as instituições que construirão a Brigada da Foz do Amazonas, em Macapá-AP. As empresas Círio Construções, Nascimento e Moreira Ltda e Clássica Construtora realizaram acertos para que as obras iniciem no dia 1º de setembro do corrente ano, com previsão de término até 2016.
A Brigada da Foz do Amazonas será uma Grande Unidade básica de combinação de armas do Exército Brasileiro e será construída dentro da área do aquartelamento do Comando de Fronteira do Amapá/34º Batalhão de Infantaria de Selva (34º BIS), em Macapá, Amapá. Contará, entre outras Organizações Militares, com três Batalhões de Infantaria como unidades de combate – 34º BIS, 2º Batalhão de Infantaria de Selva (2º BIS), de Belém-PA, e 24º Batalhão de Infantaria Leve (24º BIL), de São Luís-MA.
 As empresas contratadas, vencedoras de uma concorrência pública, serão responsáveis por construir as instalações destinadas aos quartéis e as moradias (Próprios Nacionais Residenciais).

Presença estratégica
A implantação da Brigada da Foz do Amazonas possibilita a expansão das capacidades militares naquela região e está alinhada, estrategicamente, com os objetivos nacionais e do Comando
do Exército em proteger e preservar a Região Amazônica.
Dentre as missões dessa Grande Unidade Operacional, estão previstas a vigilância da faixa de fronteira, a intensificação da presença do Estado nos locais mais longínquos, a integração da Região Amazônica com o restante do País e o apoio ao desenvolvimento nacional.
A Brigada da Foz do Amazonas criará oportunidades de emprego e renda, de maneira direta e indireta, por intermédio do aumento do número de militares e suas famílias que residirão na área, injetando recursos no Estado.
Atuará, também, na melhoria da qualidade de vida, que inclui educação, saúde, segurança, infraestrutura, pela ação transformadora do Exército Brasileiro nas localidades onde está presente.

Sobre o Comando Militar do Norte (CMN)
Em foto para posteridade, autoridades militares e empreiteiros que farão a obra da Brigada da Foz
Em decorrência do atual cenário político e estratégico da Amazônia Oriental e do processo de reestruturação do Exército Brasileiro, foi criado o Comando Militar do Norte, Grande Comando Operacional com jurisdição nos Estados do Pará, Amapá e Maranhão, por meio do Decreto nº 142, de 13 de março de 2013.
Ao Comando da 8ª Região Militar cabe a realização das atividades logísticas e administrativas em prol do conjunto de organizações militares sediadas na área de responsabilidade do Comando Militar do Norte.
 Informações complementares podem ser obtidas com a Aspirante Bruna pelos telefones (91) 3211-3642 / 8150-9098 ou pelo endereço eletrônico cmn.exercito@gmail.com.

Comandante da Capitania registra inspeção naval no Amapá


Marinha do Brasil
Orgulho de ser brasileiro.
#MARINHA EM AÇÃO

Militares da Marinha do Brasil durante atividade de Inspeção Naval para garantia da Segurança do Tráfego Aquaviário.

Binômio Navio-Aeronave da Marinha do Brasil realiza Evacuação Aeromédica no Navio Mercante “Solitaire”

Aeronave da Marinha do Brasil a espera do tripulante do NM “SOLITAIRE”
A Fragata “Rademaker” e a aeronave da Marinha do Brasil AH-11A “Super Lynx” realizaram a Evacuação Aeromédica (EVAM) de um tripulante do Navio Mercante (NM) “SOLITAIRE”, de bandeira panamenha, que navegava a aproximadamente 1.300 km da costa da cidade do Rio de Janeiro (RJ), dentro da área de responsabilidade de Busca e Salvamento (SAR) atribuída ao Brasil.
Atendendo ao pedido de socorro do navio mercante, o SALVAMAR SUESTE, do Comando do 1º Distrito Naval coordenou a EVAM do tripulante que apresentava quadro médico grave, com distensão abdominal e restrição a movimentos. Devido à distância da costa em que a embarcação se encontrava, a Fragata “Rademaker”, suspendeu, no dia 7 de agosto, para o resgate. A aeronave foi ao encontro do navio e, após um dia de navegação, o “Super Lynx” decolou em direção ao NM, que estava a aproximadamente 90 km da Fragata, e efetuou a remoção do enfermo para uma primeira avaliação. Devido à complexidade do quadro, no dia 9 de agosto, a aeronave decolou com destino a Base Aérea do Galeão no Rio de Janeiro, onde o tripulante foi transferido para um hospital da cidade do Rio de Janeiro.
A execução dessa complexa missão, que envolveu vários setores da Marinha do Brasil, permitindo a remoção com segurança de uma pessoa em perigo no mar, demonstra a capacidade do Brasil de atender de forma eficaz aos seus compromissos internacionais relacionados à salvaguarda da vida humana no mar no Atlântico Sul, colaborando com o lema do SAR mundial: "Para que outros possam viver".