Este Blog é destinado a compilar ideias, pensamentos e notícias que ajudem a se saber mais a respeito da Marinha do Brasil, por iniciativa da Sociedade Amigos da Marinha, no Amapá. A Soamar-AP é composta por personalidades agraciadas com a Medalha "Amigo da Marinha", além do corpo de oficiais da ativa, da reserva e de seus sócios Beneméritos e Honorários.

Segurança da Navegação

sexta-feira, 30 de março de 2018

Docas do Pará faz doação de terreno para a Capitania dos Portos da Amazônia Oriental

Esta semana, em Brasília, o diretor-presidente da Companhia Docas do Pará (CDP), Parsifal Pontes, assinou a cessão de área da CDP, no Porto de Miramar, para a construção da Sede da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental – CPAOR. Na foto, o presidente Parsifal Pontes, o comandante do 4º Distrito Naval Almirante Edervardo e o secretário nacional de Portos Luís Otávio Campos.

segunda-feira, 12 de março de 2018

Em comemoração aos 210 anos dos Fuzileiros Navais, corrida pelas ruas da Base Naval

Da esquerda para direita: Capitão de Fragata fuzileiro naval Litwak, Vice-Almirante Edervaldo, Coronel Wanzeler e Capitão-Tenente fuzileiro naval Maciel
O 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas (2ºBtlOpRib) realizou o "Corridão de calça e boot” em comemoração aos 210 anos do Corpo de Fuzileiros Navais. Na ocasião, estiveram presentes o Comandante do 4º Distrito Naval, Vice-Almirante Edervaldo Teixeira de Abreu Filho, e o Coronel Wanzeler do Corpo de Bombeiros Militar do Pará.

Também participaram do evento os integrantes das Associações de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais e militares da reserva remunerada da Marinha. A corrida teve seis quilômetros de percurso pelas ruas paraenses e foi marcada pelo espírito de corpo entre os envolvidos.

NATUREZA | "Águas de Março" se apresentam e Rio Amazonas transborda em Macapá

O fim da tarde desta segunda-feira registra momentos curiosos com o Rio Amazonas lançando suas águas
Nádia Barbosa
da Redação

Cantadas em verso e prosa, as famosas "águas de março" se apresentam e já provocam um espetáculo à parte no fim de tarde dos moradores de Macapá. Foi nesta segunda-feira (05) para deleite de quem passava pela orla da cidade. Claro que devidamente munidos de celulares ou até câmeras fotográficas, as pessoas não resistiam ao impulso de registrar este belo fenômeno da natureza.
Mas para o agente marítimo Lucas Borges, que a nosso pedido comentou as imagens, trata-se de uma velha conhecida para marítimos como ele. "Essa é a bendita maré de sizígia, que acontece só em março e em outubro", disse o especialista.
A sequencia de imagens sobre o início das marés lançantes do mês de março | Fotos: Bruno Gabriel/CB
O fato é que muita gente parou para ver essa bela manifestação natural, principalmente os casais de namorados e as famílias que costumam percorrer de carro a principal via da frente da cidade. Só os corredores e praticantes de caminhadas é que tinham que fazer um esforço extra para não se molhar, só que de vez em quando a água fazia uma "vítima".

Acompanhe até uma pequena "vídeo cacetada" molhando os pés dos corredores da orla


TURISMO | A histórica passagem da regata 'Rally Iles du Soleil" pelo Rio Amazonas

Estar no ‘rio-mar’ é uma das mais faladas proezas de que decide fazer turismo. E se a aventura é cruzar oceanos velejando, fazer a travessia dos continentes para alcançar o maior rio do mundo claro que merece esse registro.
Cleber Barbosa
Da Redação

Velejadores de todo o mundo sonham alcançar o Rio Amazonas – o maior do planeta em volume de água e extensão – para colocar no currículo o fato de ter vencido as dificuldades e alcançado o famoso rio-mar. Na promoção “Minha Viagem Inesquecível” deste domingo, o Blog relembra a saga dos integrantes da regata Rally Iles du Soleil, para que contem como foi para singraram as águas do gigantesco rio.
A aventura foi em 2010, depois de passarem oito meses a bordo de um veleiro conhecendo os lugares mais bonitos do mundo. A aventura reuniu 26 embarcações europeias que saíram falando maravilhas a nosso respeito e prometendo voltar ao Amapá.
O grupo era formado por franceses, suíços, alemães, italianos e espanhóis. Eles fazem parte desta gigantesca regata, que oficialmente é um “Rallye Nautique”, que reúne velejadores que já visitaram praticamente todo o planeta. Durante a estadia na Amazônia, os europeus fizeram uma parada até no famoso Festival do Camarão, no município paraense de Afuá, vizinho ao estado do Amapá onde a festa é em julho.

Testemunho 

Na ocasião, o francês Allan Plenie, da embarcação Naomi II, arriscou falar na língua portuguesa sobre a experiência de visita a Amazônia. “Nós do rally encontramos pessoas boas e acolhedoras, passamos dias maravilhosos e levaremos para a Europa boas recordações daqui”, disse ele.
Pedro Campos, jornalista brasileiro que integrou a expedição a bordo do Veleiro Repórter, diz que o clube de cruzeiristas chegou a percorrer 1 mil quilômetros no Rio Amazonas. Ele destaca o intercâmbio proporcionado pelo convívio com tantos aventureiros estrangeiros, nas muitas etapas da viagem. “Sempre regadas a muita conversa fora e a taças e mais taças de bons vinhos chilenos, espanhóis ou franceses, íamos degustando das melhores guloseimas que esses chefs aprenderam pelos portos por onde passaram neste mundo afora”, diz.
Aliás, sobre a verdadeira mostra gastronômica, Campos narra que são iguarias doces e salgadas de tirar o fôlego do estômago de um nordestino da gema. “Tudo feito com muito esmero pelas jovens senhoras recém aposentadas e que, na presença de um visitante made in Brazil feito moi, se empenham ainda mais nas pequeninas cozinhas dos seus veleiros”, diz o jornalista.

Tanto gringo junto virou uma ‘mostra gastronômica’
A verdadeira mostra gastronômica a bordo dos veleiros que participaram da expedição “Rally Iles du Soleil” mereceu um recorte adicional na cobertura do único brasileiro a bordo, Pedro Campos. Segundo ele, as esposas dos velejadores esmeravam-se no preparo da comida, que ele chama obras de arte. “Tudo para tornar cada petisco um manjar dos deuses”, derrete-se o brasileiro, que em seu diário de bordo ainda registrou outro agradecimento, sempre numa linguagem internacional, que ora ia de inglês, ora de português e por aí afora. “Merci, madames, pelos quilinhos adquiridos”, encerra, bem humorado, o jornalista brasileiro, o Pedro Campos.
Aquela era a 16ª edição do Rallye des Iles du Soleil. O evento ocorre anualmente e envolve cerca de 30 barcos. Em Afuá, onde atracaram também, consta o registro oficial: 22 veleiros com cerca de 70 tripulantes vindos de 7 países da Europa: França, Bélgica, Suíça, Áustria, Inglaterra, Espanha e Irlanda do Norte. se você ficou curioso sobre a tradução do nome da regata vai aqui: “Regata Ilhas do Sol”.

A rota da grande aventura por águas que os europeus adoraram
A cada ano, o Rally experimenta novas etapas. Em 2010, o roteiro era o seguinte: Ilha da Madeira, Ilhas Canárias, Marrocos, Senegal, Cabo Verde e Brasil. As paradas em solo brasileiro acontecem em Salvador, João Pessoa, Fernando de Noronha, Fortaleza, Luis Correia, Soure (PA), na Ilha do Marajó (Afuá), e Belém. Da capital paraense, as embarcações subiram o rio Amazonas até Alter do Chão e depois, seguiram o rio até a Guiana Francesa onde terminaria o evento.
O Rally se enquadra num projeto de navegação de longa duração, em que as pessoas ficam no mínimo um ano fora de casa. A organização promove rotas e destinos náuticos diferenciados. Saindo do eixo tradicional da Europa para o Caribe. “Nós sempre queremos mostrar aos navegadores europeus lugares diferentes, seguros, com atrativos culturais e naturais”, conta Nicolas Tiphagne, diretor operacional do evento.

Nordeste
Os velejadores, segundo Nicolas, procuravam uma etapa intermediária também pelo Nordeste. No Piauí, foram a Luis Correia, cidade apontada como lugar ideal. A decisão de aportar pela primeira vez no litoral piauiense foi tomada em dezembro de 2009, durante a Feira Náutica de Paris. A ideia foi discutida pelos organizadores com representantes do poder público.
Os aposentados são maioria entre os tripulantes. No entanto, no grupo viajam também famílias com jovens e crianças. O perfil profissional dos velejadores é bastante eclético: professores, médicos, profissionais liberais, empresários, e engenheiros. As crianças estudam a bordo dos barcos pelo método de ensino a distância. (Colaborou: Setur-PI)

Curiosidades
- Tunguragua e Marañón são nomes de batismo do Amazonas, quando nasce, a 5.500m de altura, no Peru. Ao entrar em território brasileiro, o Amazonas é chamado de Solimões até 30 km a leste de Manaus, onde recebe as águas do rio Negro. São cerca de 7 mil afluentes em todo o percurso. A bacia do Amazonas é a mais vasta do mundo: mais de 5 milhões de km². Peru, Colômbia, Bolívia, Equador, Venezuela e Guiana são os países banhados pelo rio.
1.000 Km
Distância navegada no Rio Amazonas pela regata

A rota

sábado, 3 de março de 2018

Almirante Edervaldo Teixeira "rala" de calça e boot correndo com os fuzileiros navais

Almirante Edervaldo e Fuzileiros Navais correm 5 km pela capital paraense | Foto: Divulgação
O vice-almirante Edervaldo Teixeira de Abreu Filho, Comandante do 4º Distrito Naval, participou do tradicional "Corridão de calça e boot", do Corpo de Fuzileiros Navais (FN) no 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas (2ºBtlOpRib). A atividade foi uma homenagem do VAlte Edervaldo ao Capitão de Mar e Guerra (FN) Robson Clair da Silva pela forma exemplar que conduziu o Comando do 2ºBtlOpRib.
O percurso da corrida foi de 5 km de muita vibração pelas ruas da capital paraense, praticado com espírito de corpo e liderança entre os participantes do evento.



Fuzileiros Navais praticam treinamento físico militar